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PS é a solução para a Madeira e a garantia de um governo sólido e duradouro

Paulo Cafôfo assegurou, hoje, que só com o PS será possível ter um Governo duradouro, que garanta estabilidade e resolva os problemas dos madeirenses, apelando à concentração de votos no partido nas eleições regionais do próximo domingo.

No comício de encerramento da campanha, que juntou várias centenas de militantes e simpatizantes no Parque de Santa Catarina, o candidato do PS-Madeira à presidência do Governo Regional sustentou que “estamos a dois dias de termos um encontro com a história”, que irá marcar a mudança na Região.

Salientando que a história da Madeira e do PS se confundem, Paulo Cafôfo afirmou que a realidade já veio demonstrar que o PSD não é solução. Como referiu, o PSD é instabilidade e com Miguel Albuquerque “teremos sempre um governo a prazo”, porque a qualquer momento a Justiça poderá vir buscá-lo no âmbito do processo judicial em que é arguido por suspeitas de corrupção. “Os madeirenses querem é estabilidade e um governo que dure quatro anos, e isso só é possível com o PS”, disse, reforçando que “a solução para a Madeira é o PS”.

O cabeça de lista socialista adiantou que no domingo os madeirenses têm uma importante escolha a fazer, reafirmando que só com o PS será possível um governo duradouro e evidenciando o facto de o partido ter um programa eleitoral consistente e bem estruturado, bem como pessoas competentes e com capacidade. “Temos quadros para executar e temos a minha experiência como presidente de câmara e secretário de Estado para tomar as melhores decisões em prol da Madeira”, realçou, recebendo fortes aplausos.

Paulo Cafôfo elencou os grandes problemas que a Região enfrenta em resultado da governação social-democrata, entre os quais as dificuldades no acesso à habitação e à saúde, uma classe média asfixiada e com dificuldade em pagar as suas contas, devido aos baixos salários e ao elevado custo de vida, idosos a terem de escolher entre comer e comprar os medicamentos, mas também os agricultores e pescadores com baixos rendimentos. “Esta é a Madeira do PSD, a Madeira que mais ninguém quererá”, atirou.

Face a esta realidade, sublinhou que só poderemos ter outra Madeira com o PS e apontou as principais prioridades de um futuro governo socialista, entre as quais a redução do IVA e do IRS e a criação de um plano integrado de acesso à habitação, que inclui o programa ‘Primeira Chave’, no âmbito do qual serão construídas casas que serão atribuídas às famílias mediante a modalidade de renda resolúvel e que, ao fim de algum tempo, poderá ser descontada no valor final da habitação, permitindo às pessoas tornarem-se proprietárias das mesmas. A um outro nível, o candidato do PS apontou como compromissos a gratuitidade das creches para todas as crianças, o fim das propinas para os estudantes madeirenses no ensino superior e o aumento do Complemento Regional para Idosos para 1.800 euros por ano. No campo da Saúde, deu conta do objetivo de converter o hospital Nélio Mendonça em hospital de reabilitação e de transformar os hospitais dos Marmeleiros e Dr. João de Almada em lares para idosos, permitindo, assim, resolver as altas problemáticas.

Salientando que o próximo domingo será decisivo para o futuro da Região, Paulo cafôfo apelou ao voto em massa no PS, dirigindo-se também em particular aos indecisos e àqueles que estão descontentes. “Temos apenas duas escolhas: ou continuar tudo como está – e isso é votar em Miguel Albuquerque e no PSD – ou optar por uma alternativa responsável, que resolva os problemas e que dure quatro anos, liderada pelo PS”.

O candidato socialista salientou também que não é hora de desperdiçar votos em partidos que não vão resolver os problemas, que não serão solução e que não têm hipótese de ser governo na Região. “Só o voto no PS permitirá um governo sólido e duradouro”, reafirmou, desafiando a uma revolta tranquila e que melhore a vida dos madeirenses.