“Ao contrário daqueles que prometem e nunca cumprem, o PS, quando for Governo, vai fazer!”.
Esta foi a mensagem transmitida esta tarde por Paulo Cafôfo, aquando de uma iniciativa política levada a cabo no bairro dos Viveiros, empreendimento construído quando o próprio era presidente da Câmara Municipal do Funchal.
“Estas casas que aqui vemos são o exemplo de que, com responsabilidade e foco na melhoria das condições de vida das pessoas, é possível avançar na resolução dos problemas”, afirmou o cabeça de lista do PS às eleições regionais do próximo dia 23, reafirmando a aposta na habitação como a grande prioridade de um futuro Governo socialista.
Paulo Cafôfo lembrou que, quando chegou à autarquia, a aposta na habitação era inexistente, tendo sido apenas no executivo por si liderado que foi possível implementar com uma estratégia local de habitação e, entre outros projetos, avançar com a construção dos bairros dos Viveiros e da Quinta Falcão, que vieram melhorar a vida de muitas famílias do Funchal.
Neste momento em que a crise da habitação é o principal drama que os madeirenses enfrentam – com os jovens e a classe média impedidos de comprar ou arrendar casa – o cabeça de lista do PS critica a negligência com que o ainda Governo tem vindo a tratar o setor, uma vez que, se não fossem as verbas do Plano de Recuperação e Resiliência, negociado pelo Governo do PS na República, não haveria habitação pública a ser feita na Região. Contudo, de acordo com Paulo Cafôfo, “nem com o dinheiro a cair-lhe nas mãos”, o PSD foi capaz de dar resposta a este problema, já que das 1.121 casas inicialmente prometidas, passaram depois para cerca de 800 e foram para o terreno apenas 600.
“Com um Governo do PS, nós não vamos prometer, nós vamos fazer”, assegurou, adiantando que, nos primeiros 90 dias de um Governo do PS, será implementado um plano integrado de acesso à habitação pública, com apoios à aquisição e ao arrendamento. Como reafirmou, neste âmbito, irá avançar o programa ‘Primeira Chave’, através do qual serão construídas casas, que serão atribuídas às famílias mediante a modalidade de renda resolúvel, calculada conforme os seus rendimentos e que depois será descontada no valor da habitação, possibilitando às pessoas a aquisição da sua casa.
O aumento dos apoios ao arrendamento, as ajudas à reabilitação de casas e a celebração de contratos-programa com as câmaras municipais para a construção de mais habitação a custos controlados são outros objetivos traçados pelo candidato do PS.
“Dia 23 de março é fundamental que os madeirenses confiem e deem uma oportunidade ao PS para governar e mostrar que, mais do que prometer, é possível fazer”, apelou.