InicioAtualidadeCLÁUDIO TORRES NÃO QUER CLIMA DE GUERRILHA EM SANTA CRUZ

CLÁUDIO TORRES NÃO QUER CLIMA DE GUERRILHA EM SANTA CRUZ

Comprou guerras estéreis e inúteis com o Governo Regional que em nada beneficiaram o povo de Santa Cruz, muito pelo contrário, e é exemplo o Parque Industrial da Cancela onde perdeu-se oportunidades de investimento e prejudicou-se investidores que iam criar emprego no concelho. Comprou guerras com empresários e esteve mais preocupado em ser oposição da oposição. A missão de governar e de resolver os problemas reais das pessoas ficou para segundo plano.

Foi com o objetivo de dar mais vida a Santa Cruz que, num ato simbólico, a candidatura do PS ofereceu flores em todas as freguesias. Segundo Cláudio Torres ”a flor representa um recomeço, a esperança viva dum futuro melhor. As pessoas de Santa Cruz precisam dum novo ânimo. O emprego, o acesso a serviços públicos de saúde, a educação, as acessibilidades e a revitalização do comércio devem estar na agenda e no discurso do próximo responsável autárquico. Um mandato tem 48 meses e são 48 meses de trabalho. Não podemos deixar para as últimas 3 semanas antes das eleições um trabalho que poderia e deveria ser feito ao longo de 4 anos. Tem de haver visão e estratégia de futuro. Se os recursos são limitados, a gestão destes mesmos recursos depende da definição do que é prioritário e do rigor dos dinheiros públicos. Definição de prioridades que, por sua vez, dependem de opções políticas. Para o JPP foi mais prioritário contratar um advogado por 1 milhão de euros do que ajudar quem necessitava. E houve novos fenómenos de pobreza que não foram atendidos”.

Mais referiu que ”as pessoas que não vão na falácia do JPP que não havia dinheiro porque, houve, sim, opções políticas. É preciso relembrar que a carga fiscal municipal aumentou e que cada santa-cruzense pagou, em média, mais de 130 euros de impostos e taxas neste mandato”.

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