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CARLOS PEREIRA NÃO DESCANSA ENQUANTO A QUESTÃO DA DÍVIDA OCULTA DA RAM NÃO FOR CLARIFICADA

Os números da dívida da Região continuam a gerar muitas dúvidas. Os valores publicados no último boletim geram desconfiança e um conjunto de questões que foram colocadas por escrito a três entidades: Tribunal de Contas, Inspecção Geral de Finanças e presidência do Governo Regional.
As dúvidas consistem no diferencial entre os números que foram apresentados em 2011 e os que são apresentados agora. Entre uns e outros, há uma diferença de 600 milhões de euros, ou até mesmo de 900 milhões.
Carlos Pereira lembra que em finais de 2011 o Ministério das Finanças deslocou uma equipa da Inspecção Geral de Finanças para a Madeira para avaliar o nível de endividamento. Da recolha de dados então realizada, resultou a indicação de que a dívida da Região rondaria os 6.040 milhões de euros, sem contar com as dívidas assumidas pelas autarquias. 

Desta feita, o PS-M não compreende  indicação agora divulgada, apontando uma dívida  no final de 2012 no valor 6.690 milhões de euros. “Quais as razões do aumento de 594 milhões de euros de dívida, ou 900 milhões conforme a versão, em pleno ano de resgate?”, questiona o presidente do PS-M. 
O líder socialista insular baseia-se nos valores apontados pelo relatório da IGF e no que diz ter sido afirmado pelo actual secretário das Finanças, então director regional, que na Assembleia regional terá dito que a dívida era de apenas 5.800 milhões de euros.

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