Miguel Silva Gouveia realçou, hoje, a postura moderada, a seriedade, a integridade e o sentido de Estado de António José Seguro, caraterísticas que o habilitam a ser o Presidente de todos os portugueses.
Numa ação de campanha para a segunda volta das eleições presidenciais, no centro do Funchal, o mandatário regional começou por destacar o conjunto de apoios que Seguro tem vindo a reunir, num largo espetro partidário, o que “demonstra a posição plural do nosso candidato, a sua responsabilidade ética e institucional, a forma como tem-se posicionado acima dos partidos e acima de qualquer outro interesse que não seja o interesse dos portugueses”.
Na ocasião, Miguel Silva Gouveia deu conta do “oceano” que separa os dois candidatos à Presidência da República, salientando que “António José Seguro representa a moderação, a seriedade, o sentido de Estado que se quer e que se pretende, no respeito pela Constituição, de um presidente da República”. Por oposição, prosseguiu, o outro candidato “tem vindo a semear o ódio, procura desunir os portugueses e procura encontrar onde as diferenças podem cavar mais ódios e desentendimentos”.
Por outro lado, o mandatário adiantou que, enquanto António José Seguro está a ser candidato a Presidente da República de todos os portugueses, o outro candidato procura “um palco para poder governar ou assumir um papel de função executiva”.
Miguel Silva Gouveia relevou igualmente o trabalho de António José Seguro no combate à corrupção e em prol da transparência, lembrando que, aquando da sua passagem pelo Parlamento, votou sozinho contra a lei do financiamento partidário. “Este legado de trabalho no combate à corrução dá-nos garantias e segurança de que, com António José Seguro na Presidência da República, os interesses ficarão à porta. [Ele] Será um presidente de todos os portugueses, assumindo a chefia do Estado como um cargo da mais alta responsabilidade e com integridade e ética”, reforçou.
A outro nível, destacou o facto de António José Seguro já ter manifestado o “respeito intransigente ao nosso chão comum, que é a Constituição da República Portuguesa, onde estão plasmados alguns direitos das Regiões Autónomas e das Autonomias”, entre os quais a continuidade territorial. Lembrou, aliás, que o candidato apoiado pelo PS reagiu publicamente às alterações ao Subsídio de Mobilidade, alertando que o Presidente não deve promulgar diplomas quando está em causa a “discriminação de direitos consagrados constitucionalmente”.
“António José Seguro respeita a Constituição e as Autonomias. A melhor garantia que podemos dar aos madeirenses é que, em António José Seguro, teremos alguém na Presidência da República que vê todos os portugueses, desde a Madeira, ao Minho e a Trás-os-Montes, como portugueses de primeira”, salientou.
Miguel Silva Gouveia informou ainda que aqueles que querem votar antecipadamente no próximo domingo têm apenas até ao final do dia de hoje para se inscreverem.
