O mandatário regional da candidatura de António José Seguro à Presidência da República lançou, esta manhã, um derradeiro apelo ao voto no candidato apoiado pelo PS, salientando que a sua eleição representará a garantia da defesa dos valores democráticos, humanistas e progressistas.
Numa ação no Mercado dos Lavradores, no Funchal, Miguel Silva Gouveia evidenciou que, dos 11 candidatos à Presidência da República, António José Seguro marcou a diferença pela elevação que trouxe à campanha. “Fez uma campanha sem ataques, sem insultos, pelas ideias, acima de tudo manifestando a sua enorme vontade de querer desempenhar este cargo mais alto da nação com seriedade, sobriedade e dignidade”, destacou.
Como adiantou, Seguro fez também a diferença sabendo falar das competências efetivas que a Presidência da República encerra. “Não utilizou esta campanha para se manifestar como um primeiro-ministro sombra ou para tentar obter protagonismo para outros voos. António José Seguro foi o único que esteve sempre, desde a primeira hora, focado na Presidência da República, nas competências de um chefe de Estado, na garantia e no respeito pela Constituição, posicionando-se como o principal responsável pela regularidade institucional democrática de Portugal”, declarou o mandatário regional.
Miguel Silva Gouveia salientou também que António José Seguro é, de todos os candidatos, aquele que maior experiência, sentido de Estado e sentido institucional tem para desempenhar as funções de Presidente da República, tão importantes nos tempos de crise atuais. Isto, a par do respeito pelas Autonomias e pela Constituição, “oferecendo a Portugal uma visão progressista e humanista, e não tentando fomentar ódios e as diferenças entre portugueses”.
O mandatário reafirmou que Seguro fez a diferença na campanha eleitoral e que, agora, “cabe aos portugueses, aos madeirenses fazerem também a diferença no próximo domingo com o seu voto, dizendo que Portugal ainda é um país que se quer seguro pelos valores democráticos, humanistas e progressistas”.
Afiançou ainda que Seguro será, efetivamente, um “Presidente de todos os portugueses”.
