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PS vai reestruturar o Sistema Regional de Saúde e garante que as obras do novo hospital não vão parar

O cabeça de lista do PS-Madeira às eleições legislativas regionais do próximo dia 23 deste mês assegurou, hoje, que, com um Governo socialista, as obras do novo hospital não irão parar e haverá uma reestruturação do Sistema Regional de Saúde.

Esta manhã, a candidatura socialista efetuou uma visita às obras do Hospital Central e Universitário da Madeira, momento que Paulo Cafôfo aproveitou para esclarecer que os trabalhos só pararão se Miguel Albuquerque, enquanto ainda presidente do Governo, assim o quiser. Como explicou, não há qualquer impedimento a que a terceira fase vá já a concurso e não há razão nenhuma – nem pelo chumbo do orçamento, nem por pelo facto de o Executivo estar em gestão – para que as obras parem, como, aliás, já afirmaram publicamente vários especialistas em direito administrativo.

Como tal, o líder dos socialistas assegurou que, com o PS no Governo, “não só estas obras não vão parar, como vamos reestruturar todo o Sistema Regional de Saúde, nomeadamente no que diz respeito aos equipamentos hospitalares”.

Segundo preconizou, com a entrada em funcionamento desta nova infraestrutura, o hospital Dr. Nélio Mendonça será transformado em hospital de reabilitação, com as valências de Cuidados Continuados, Unidade do Doente Frágil e Medicina Paliativa. Já os hospitais dos Marmeleiros e Dr. João de Almada serão convertidos em lares para idosos.

Paulo Cafôfo sublinhou que o setor da Saúde precisa de uma reestruturação, porque “não podemos continuar com o caos nas urgências, com a falta de medicamentos, com as listas de espera que se avolumam e com pessoas em situação de altas problemáticas, impedindo que as listas de espera possam progredir, porque estão a ocupar camas cuja solução tem de ser do Social”.

Além da reestruturação dos equipamentos hospitalares, o PS irá também apostar na hospitalização domiciliária e avançar com o programa de recuperação das listas de espera, com incentivos aos profissionais e contratualização com o privado, uma vez esgotada a capacidade do serviço público. “A saúde é um direito e quem está doente não pode estar à espera. Quem está doente tem de ser tratado, merece ser tratado. Governar é cuidar, é servir, é fazer, e é com isso que nos comprometemos no Governo Regional”, rematou Paulo Cafôfo.