Convenção Autárquica
«O PSD lembrou-se que tem de ganhar eleições e é agora, só neste momento, que estão a trabalhar para isso, enquanto nós estamos a trabalhar desde o primeiro momento pelas pessoas e não nos esquecemos disso»
Convenção Autárquica
«O PS não defende há muito tempo estas medidas que Miguel Albuquerque está a apresentar agora. O PS já executa estas medidas onde é poder. Essa é que é a grande diferença»
A Madeira que queremos - Diálogos com Paulo Cafôfo
«O futuro da Madeira começou hoje. Vamos todos arregaçar as mangas!»
A Madeira que queremos - Diálogos com Paulo Cafôfo
«A nossa marca é a proximidade e o envolvimento dos cidadãos, da sociedade civil, na construção de um futuro comum»
A Madeira que queremos - Diálogos com Paulo Cafôfo
«Nós não queremos mudar o poder pelo poder. Temos uma estratégia de desenvolvimento para a Região assente numa agenda social, humanista, progressista, mas que quer, acima de tudo, mudar aquilo que tem sido um paradigma de um governo Regional que tem governado para o partido, tem governado para alguns interesses, não tem governado para o coletivo»
A Madeira que queremos - Diálogos com Paulo Cafôfo
«Temos uma Região que não tem petróleo nem diamantes, mas temos as pessoas, pessoas que querem concretizar sonhos, construir o futuro, que são trabalhadoras, empreendedoras e resilientes. É nestas pessoas, na sua educação, que nós devemos apostar, na qualificação da nossa população, porque esse é e será o principal fator de desenvolvimento»
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IMPOSTOS PAGOS PELOS MADEIRENSES ATINGE VALOR MAIS ALTO EM 2019

Numa conferência de imprensa dedicada à análise do Orçamento Regional para 2019, o Grupo Parlamentar do PS-M aponta a alta carga fiscal existente na Região como um dos grandes problemas para o próximo ano.

De acordo com Victor Freitas, os madeirenses nunca pagaram “tantos impostos como o Governo prevê para 2019”, acrescentando que, apesar do término em termos jurídicos do Plano de Ajustamento Económico e Financeira (PAEF), a nível fiscal tudo se mantem.

Numa comparação direta com a Região Autónoma vizinha, o líder da bancada socialista relembrou que o IRS pago pelos madeirenses é superior ao dos açorianos em 37 milhões de euros.

“Em matéria de classe média, que ganha entre 20 mil e 40 mil euros anuais, chegamos a pagar em termos de IRS 5 a 8% a mais do que nos Açores. Uma pessoa que tenha um vencimento bruto de 764 euros, na Madeira paga mais 30 euros por mês, ou seja, recebe menos 30 euros do que recebe nos Açores. Um cidadão madeirense que tenha um ordenado mensal de 1.447 euros brutos, paga mais 120 euros por mês, ou seja, recebe menos 120 euros do que um congénere açoriano”, explicou.

Já no que diz respeito às empresas, nos Açores o IRC é de 16,8% enquanto na Madeira é de 20%. Com estes valores prevê-se que, em 2019, o Governo açoriano receba 50 milhões de euros referentes a esta matéria, enquanto que o Executivo madeirense prevê receber 97 milhões de euros. Um valor superior em 48%.

Situação semelhante no IVA, com uma taxa de 22% na Madeira e de 18% nos Açores. Situação que, na ótica do deputado, revela um desejo do Governo Regional em ir “buscar aos bolsos dos madeirenses mais 108 milhões de euros do que o Governo dos Açores”.

Vítor Freitas acusa o Governo Regional de “continuar a manter uma carga fiscal altíssima sobre as famílias e as empresas, barrando, por um lado, o desenvolvimento das empresas e a criação de postos de trabalho e, por outro lado, diminuindo junto das famílias os seus rendimentos”.

Para o líder parlamentar o PSD continua a escolher “o caminho mais fácil, que é taxar altamente as empresas e os madeirenses, em vez de apostar no desenvolvimento económico, que cria emprego e riqueza e, por via disso, também permite arrecadação de receita para os cofres do Governo Regional”.

Em jeito de conclusão, Victor Freitas alertou para o facto de nos últimos três anos de mandato o Governo Regional não ter sentido a necessidade de apresentar o Orçamento nos vários concelhos da Região e, acredita, fá-lo-á no próximo ano devido às eleições. Cabe por isso ao PS-M “ir desmistificando algumas inverdades, alguma propaganda e alguma ocultação que existe por parte do Governo” relativamente ao documento.

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