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A Madeira que queremos - Diálogos com Paulo Cafôfo
«O futuro da Madeira começou hoje. Vamos todos arregaçar as mangas!»
A Madeira que queremos - Diálogos com Paulo Cafôfo
«A nossa marca é a proximidade e o envolvimento dos cidadãos, da sociedade civil, na construção de um futuro comum»
A Madeira que queremos - Diálogos com Paulo Cafôfo
«Nós não queremos mudar o poder pelo poder. Temos uma estratégia de desenvolvimento para a Região assente numa agenda social, humanista, progressista, mas que quer, acima de tudo, mudar aquilo que tem sido um paradigma de um governo Regional que tem governado para o partido, tem governado para alguns interesses, não tem governado para o coletivo»
A Madeira que queremos - Diálogos com Paulo Cafôfo
«Temos uma Região que não tem petróleo nem diamantes, mas temos as pessoas, pessoas que querem concretizar sonhos, construir o futuro, que são trabalhadoras, empreendedoras e resilientes. É nestas pessoas, na sua educação, que nós devemos apostar, na qualificação da nossa população, porque esse é e será o principal fator de desenvolvimento»
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«O DESPOVOAMENTO DAS ZONAS RURAIS É MUITO PREOCUPANTE»

Amândio Torres, ex-secretário de Estado das Florestas e do Desenvolvimento Rural, foi outro dos oradores convidados no debate “A cidade e as Serras. E as pessoas”, que teve lugar ao longo desta manhã no Centro Cívico do Estreito de Câmara de Lobos, inserido no âmbito dos Estados Gerais do PS-Madeira. Aos muitos presentes, que encheram a sala, deixou a sua opinião sobre o desenvolvimento rural, o qual, crê, «passa sempre muito pela decisão política ao nível das autarquias, em conjugação com os legítimos interesses das pessoas».

Amândio Torres considerou que «o despovoamento das zonas rurais é muito preocupante» e deu o exemplo da experiência do continente de zonas que estão profundamente debilitadas e degradadas em termos demográficos e em termos do uso do território, onde «se assiste à renaturalização do território, à invasão da natureza junto das pessoas, com efeitos que nós pudemos infelizmente observar em 2017». Como tal, advertiu que «a Região Autónoma da Madeira deverá estar muito atenta ao que se passou no continente, para evitar que isso possa suceder aqui neste território maravilhoso, que é uma pérola no turismo internacional».

Por seu turno, a arquiteta Cristina Pereira destacou a importância do ordenamento do território, dando o exemplo da revisão do Plano Diretor Municipal do Funchal, em que um dos objetivos tinha a ver com a preservação das atividades rurais e a preocupação com a contenção da expansão urbana, protegendo solo agrícola e florestal. «Só com estas medidas – que têm de ser vistas a médio e a longo prazo – é que se consegue de facto preservar e manter o nosso equilíbrio ambiental, das nossas florestas e solo agrícola», sublinhou.


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