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A Madeira que queremos - Diálogos com Paulo Cafôfo
«O futuro da Madeira começou hoje. Vamos todos arregaçar as mangas!»
A Madeira que queremos - Diálogos com Paulo Cafôfo
«A nossa marca é a proximidade e o envolvimento dos cidadãos, da sociedade civil, na construção de um futuro comum»
A Madeira que queremos - Diálogos com Paulo Cafôfo
«Nós não queremos mudar o poder pelo poder. Temos uma estratégia de desenvolvimento para a Região assente numa agenda social, humanista, progressista, mas que quer, acima de tudo, mudar aquilo que tem sido um paradigma de um governo Regional que tem governado para o partido, tem governado para alguns interesses, não tem governado para o coletivo»
A Madeira que queremos - Diálogos com Paulo Cafôfo
«Temos uma Região que não tem petróleo nem diamantes, mas temos as pessoas, pessoas que querem concretizar sonhos, construir o futuro, que são trabalhadoras, empreendedoras e resilientes. É nestas pessoas, na sua educação, que nós devemos apostar, na qualificação da nossa população, porque esse é e será o principal fator de desenvolvimento»
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DIVERSIFICAR A ECONOMIA RURAL É IMPORTANTE PARA COMBATER O DESPOVOAMENTO

Artur Cristóvão, professor catedrático da Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro, foi um dos oradores convidados para o debate “A cidade e as serras. E as pessoas”, no âmbito dos Estados Gerais do PS-Madeira, que decorre no Estreito de Câmara de Lobos.

O preletor abordou a questão do despovoamento e do abandono das terras e deu o exemplo de algumas medidas que têm vindo a ser implementadas noutros pontos para combater esta situação. Na sua ótica, a diversificação da economia rural é um dos caminhos, assim como apoiar mais a agricultura, numa lógica de também a diversificar. «Quando falamos de agricultura estamos também a falar de produção animal, de silvo-pastorícia, de floresta, portanto de todo um conjunto de atividades que possam dinamizar e tornar mais viva a economia rural», explicou.

Por outro lado, Artur Cristóvão considerou que, sendo o turismo uma realidade extremamente importante na Madeira, há que procurar construir uma «interpenetração entre aquilo que são os territórios rurais e as atividades turísticas» e frisou que a relação entre os espaços urbanos e os espaços rurais é hoje extremamente importante.

Outro orador convidado foi o geólogo Jaime Izquierdo Vallina, que salientou que para combater esta situação do despovoamento e do êxodo rural «o mais importante é mudar a forma de pensar». «A sociedade agora é pós-industrial, globalizada, com outras perspetivas. Mas as ferramentas com que queremos construir o futuro são as ferramentas do passado. É importante mudar a forma de pensar», advertiu.

Jaime Izquierdo Vallina esclareceu que a aldeia do futuro não vai ser a aldeia do passado, nem, tão pouco, a do presente, que está abandonada e não tem gente que trabalhe. No seu entender, há que pensar numa forma de trabalho que tem que ver com a cooperação, porque «não há soluções individuais para a aldeia».


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