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A Madeira que queremos - Diálogos com Paulo Cafôfo
«O futuro da Madeira começou hoje. Vamos todos arregaçar as mangas!»
A Madeira que queremos - Diálogos com Paulo Cafôfo
«A nossa marca é a proximidade e o envolvimento dos cidadãos, da sociedade civil, na construção de um futuro comum»
A Madeira que queremos - Diálogos com Paulo Cafôfo
«Nós não queremos mudar o poder pelo poder. Temos uma estratégia de desenvolvimento para a Região assente numa agenda social, humanista, progressista, mas que quer, acima de tudo, mudar aquilo que tem sido um paradigma de um governo Regional que tem governado para o partido, tem governado para alguns interesses, não tem governado para o coletivo»
A Madeira que queremos - Diálogos com Paulo Cafôfo
«Temos uma Região que não tem petróleo nem diamantes, mas temos as pessoas, pessoas que querem concretizar sonhos, construir o futuro, que são trabalhadoras, empreendedoras e resilientes. É nestas pessoas, na sua educação, que nós devemos apostar, na qualificação da nossa população, porque esse é e será o principal fator de desenvolvimento»
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DIFERENCIAÇÃO ENTRE AS COSTAS NORTE E SUL E ÊXODO RURAL SÃO «GUERRA» A GANHAR

Na abertura da mesa debate “A cidade e as serras. E as pessoas”, no âmbito dos Estados Gerais do Partido Socialista-Madeira, o líder do partido mostrou-se preocupado com a questão da diferenciação que existe entre a costa norte e a costa sul da Madeira, considerando que tal é «uma guerra que terá de ser ganha por todos nós» num futuro próximo.

Emanuel Câmara apontou o problema do despovoamento e do êxodo rural, considerando que o combate a esta situação compete não só às autarquias, mas também, e sobretudo, ao Governo Regional, que «tem de ser competente e responsável para evitar de forma sustentada que isso continue a acontecer». Referindo-se à costa norte, o líder socialista adiantou que o Executivo madeirense não tem sabido encontrar forma de os jovens que ali nascem se fixarem nos respetivos concelhos.

No caso do Porto Moniz, lembrou por exemplo a pujança que a agropecuária já teve e o estado em que está hoje em dia a Estação Zootécnica. Segundo referiu, a mesma foi votada ao abandono e só agora, «porque há eleições para o ano, lembram-se que é preciso recuperá-la e reconstruí-la».

De resto, Emanuel Câmara deu também conta do objetivo do PS-Madeira, designadamente uma grande coligação com a sociedade civil madeirense, a qual passa por várias áreas e temáticas, tais como a que está em debate no dia de hoje, as que já foram discutidas e aquelas que serão abordadas futuramente. Agradeceu o contributo dos oradores convidados, salientando que são mais-valias que serão aproveitadas e compiladas para que, «daqui a um ano, comecemos a pô-las em prática ao sermos poder na Região Autónoma da Madeira, como todos nós esperamos».

Por seu turno, Sílvia Sousa Silva, coordenadora das áreas da Agricultura e Território dos Estados Gerais do PS-M, explicou a importância deste debate, sob o ponto de vista da abordagem da problemática do despovoamento rural e dos riscos associados ao abandono das terras. «Quando falamos de riscos, falamos não só de incêndios, mas também da degradação da paisagem agrícola que nos carateriza, da propagação de pragas, de matos, de invasoras, mas também da cada vez maior dependência alimentar do exterior, que é uma coisa que nos preocupa», sustentou.

Referindo que produzimos pouco, Sílvia Sousa Silva reconhece que «não podemos ter a pretensão de auto-suficiência relativamente à produção de alimentos», mas acrescenta que «temos todo um território abandonado que interessa ocupar, que interessa produzir, para contrariar o despovoamento e o desemprego».

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