A Madeira que queremos - Diálogos com Paulo Cafôfo
«O futuro da Madeira começou hoje. Vamos todos arregaçar as mangas!»
A Madeira que queremos - Diálogos com Paulo Cafôfo
«A nossa marca é a proximidade e o envolvimento dos cidadãos, da sociedade civil, na construção de um futuro comum»
A Madeira que queremos - Diálogos com Paulo Cafôfo
«Nós não queremos mudar o poder pelo poder. Temos uma estratégia de desenvolvimento para a Região assente numa agenda social, humanista, progressista, mas que quer, acima de tudo, mudar aquilo que tem sido um paradigma de um governo Regional que tem governado para o partido, tem governado para alguns interesses, não tem governado para o coletivo»
A Madeira que queremos - Diálogos com Paulo Cafôfo
«Temos uma Região que não tem petróleo nem diamantes, mas temos as pessoas, pessoas que querem concretizar sonhos, construir o futuro, que são trabalhadoras, empreendedoras e resilientes. É nestas pessoas, na sua educação, que nós devemos apostar, na qualificação da nossa população, porque esse é e será o principal fator de desenvolvimento»
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SOFIA CANHA DEFENDE VALORIZAÇÃO DOS ENFERMEIROS

No âmbito do projeto “A Madeira que Queremos”, o PS-Madeira tem vindo a auscultar diversas entidades nas mais variadas áreas profissionais, com vista à preparação do seu programa de Governo. Neste sentido, reuniu-se com a Delegação Regional da Ordem dos Enfermeiros, tendo o encontro contado com elementos da direção do partido, o Grupo Parlamentar e o candidato às eleições regionais de 2019, Paulo Cafôfo.

A deputada Sofia Canha foi a porta-voz da iniciativa, tendo salientado que é necessária a reorganização dos Cuidados de Saúde Primários, bem como a valorização dos profissionais de enfermagem. «Esta é uma classe profissional fundamental e determinante para os madeirenses e porto-santenses, sendo, deste modo, prioritário auscultar as suas preocupações», disse.

Sofia Canha destacou a importância do trabalho levado a cabo pelos médicos, mas lembrou que são os enfermeiros que têm uma maior abrangência, uma vez que são em maior número, estando também capacitados nas mais diversas especialidades nos serviços hospitalares e nos cuidados de saúde primários. A deputada socialista ressalva que ouviu da parte da Ordem uma grande preocupação no que diz respeito «à carência dos serviços hospitalares, nomeadamente nas listas de espera para consulta, tratamento e cirurgias, que não se conseguem resolver».

Por outro lado, abordou também a questão dos serviços primários, nos quais «não se consegue dar uma resposta que evite que as pessoas recorram aos serviços hospitalares». Como tal, defende uma reorganização, «porque, de facto, temos recursos humanos – aliás, como o Governo Regional vem sempre a dizer, frisando que tem reforçado esse número – mas a verdade é que continuam a falhar estes serviços de saúde primários». A parlamentar reforça que este é um problema de organização, razão pela qual destaca a importância desta reunião, no sentido de serem aferidas as necessidades do sistema. Contudo, frisa que «fazer uma gestão com base em estatísticas e rácios não é suficiente. É preciso olhar para as comunidades e para os utentes e ver quais são as maiores necessidades, de modo a dar resposta a estas questões».

A deputada considera também que a suposta contratação de 400 enfermeiros é insuficiente, face às necessidades do setor. Toda a Região é abrangida por Centros de Saúde e pelos Cuidados de Saúde Primários, constatou, defendendo no entanto que há que lhes dar «os recursos, os meios e os incentivos para que funcionem, para que os enfermeiros especialistas possam exercer, porque é a comunidade que vai beneficiar». Sofia Canha deu como exemplo a experiência da Unidade de Saúde Familiar (USF) na Ponta do Sol, que não integra enfermeiros especialistas. «Há enfermeiros especialistas que estavam afetos àquele Centro de Saúde e que não estão no sistema de USF, que estão a ser subaproveitados», advertiu.

A deputada lembra que «já foi anunciado que as USF são, depois desta fase experimental, para aplicar em toda a Região», mas mostra-se preocupada, por temer que sejam replicados os mesmos erros que têm ocorrido na Ponta do Sol. Deste modo, pede ao Governo Regional e ao secretário regional da Saúde para que tenham maior atenção a esta matéria.

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