A Madeira que queremos - Diálogos com Paulo Cafôfo
«O futuro da Madeira começou hoje. Vamos todos arregaçar as mangas!»
A Madeira que queremos - Diálogos com Paulo Cafôfo
«A nossa marca é a proximidade e o envolvimento dos cidadãos, da sociedade civil, na construção de um futuro comum»
A Madeira que queremos - Diálogos com Paulo Cafôfo
«Nós não queremos mudar o poder pelo poder. Temos uma estratégia de desenvolvimento para a Região assente numa agenda social, humanista, progressista, mas que quer, acima de tudo, mudar aquilo que tem sido um paradigma de um governo Regional que tem governado para o partido, tem governado para alguns interesses, não tem governado para o coletivo»
A Madeira que queremos - Diálogos com Paulo Cafôfo
«Temos uma Região que não tem petróleo nem diamantes, mas temos as pessoas, pessoas que querem concretizar sonhos, construir o futuro, que são trabalhadoras, empreendedoras e resilientes. É nestas pessoas, na sua educação, que nós devemos apostar, na qualificação da nossa população, porque esse é e será o principal fator de desenvolvimento»
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GRUPO PARLAMENTAR PROPÕE CRIAÇÃO DE PACTO AUTONÓMICO PARA A MOBILIDADE

O Grupo Parlamentar do PS-M vai apresentar na Assembleia Legislativa uma proposta para a construção de um “pacto autonómico para a continuidade territorial”, onde se estabeleça um consenso entre todo os partidos sobre os deveres do Estado, seja do Governo Regional seja do Governo da República, para com a mobilidade dos residentes na Madeira e Porto Santo.

 

O PS considera que a posição assumida pelo PSD-M relativamente a estes assuntos serve apenas para “alimentar uma guerra fictícia entre Lisboa e a Madeira por forma a retirar daí dividendos partidários.

De acordo com o líder parlamentar do partido socialista, Victor Freitas, o projeto de resolução do PSD, em que exige à Republica o financiamento da linha de ferry durante todo o ano, “é um ataque gratuito à Ministra do Mar, Ana Paula Vitorino, que tem demonstrado a sua total disponibilidade para trabalhar com o governo regional todas as matérias relacionadas com o transporte marítimo e em particular o ferry entre a Madeira e o Continente”.

Para o PS, o projeto de resolução apresentado pelos sociais democratas insere-se num plano de criação de inimigos externos falsos com a pretensa de instrumentalizar os órgãos de governo próprios ao serviço de uma estratégia político-partidária em benefício do próprio partido.  Nesses termos Victor Freitas reafirma que não haverá apoio por parte do PS.

“O Governo Regional tenta empurrar as suas responsabilidades com a barriga para o continente, mas a verdade é que existe um contrato em vigor neste momento, que foi alvo de concurso público internacional, onde os contribuintes madeirenses estão a apagar 3 milhões de euros para um navio fazer apenas 12 viagens por 3 meses. Gostaríamos de saber como é que o Governo Regional pretende, de uma forma legal, no âmbito deste contrato, tornar a linha regular o ano todo quando nada no contrato obriga a empresa?”, questiona o líder da bancada socialista.

Para o Partido Socialista, a resposta passa pela regulamentação por parte do Estado do subsídio de mobilidade, de forma a abranger as ligações marítimas, e acredita que os partidos no parlamento regional devem chegar a um consenso relativamente a esta e outras matérias que envolvam o transporte de passageiros e carga.

O Grupo Parlamentar vai por isso propor a criação de uma Comissão Eventual para a Continuidade Territorial 2020-2030, na qual todos os partidos possam discutir democraticamente uma estratégia global para a continuidade territorial na próxima década.

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