A Madeira que queremos - Diálogos com Paulo Cafôfo
«O futuro da Madeira começou hoje. Vamos todos arregaçar as mangas!»
A Madeira que queremos - Diálogos com Paulo Cafôfo
«A nossa marca é a proximidade e o envolvimento dos cidadãos, da sociedade civil, na construção de um futuro comum»
A Madeira que queremos - Diálogos com Paulo Cafôfo
«Nós não queremos mudar o poder pelo poder. Temos uma estratégia de desenvolvimento para a Região assente numa agenda social, humanista, progressista, mas que quer, acima de tudo, mudar aquilo que tem sido um paradigma de um governo Regional que tem governado para o partido, tem governado para alguns interesses, não tem governado para o coletivo»
A Madeira que queremos - Diálogos com Paulo Cafôfo
«Temos uma Região que não tem petróleo nem diamantes, mas temos as pessoas, pessoas que querem concretizar sonhos, construir o futuro, que são trabalhadoras, empreendedoras e resilientes. É nestas pessoas, na sua educação, que nós devemos apostar, na qualificação da nossa população, porque esse é e será o principal fator de desenvolvimento»
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REFORMA APRESENTADA NÃO RESOLVE ALTAS PROBLEMÁTICAS

O líder do Grupo Parlamentar do PS-Madeira afirmou, hoje, que a «reforma» apresentada ontem por uma «assessora da Vice-Presidência» do Governo Regional não vai resolver o problema das altas problemáticas.

Em conferência de imprensa, Victor Freitas começou por estranhar que um programa desta natureza tenha sido apresentado por uma assessora e não por um responsável político. O socialista questionou quantas camas é que existem atualmente para Cuidados Continuados e quantas irá aumentar, porque «sem sabermos a base de que partimos, nunca saberemos se o aumento tem algum significado». «Nenhum responsável político deu a conhecer esse número de camas e isto cheira-nos mais a uma ação de propaganda do Governo do que a resolução do problema». «Uma ação de propaganda no sentido de contrariar aquilo que tem sido o acento tónico do PS em relação às questões de altas problemáticas na Região, que é um problema que não existe a nível do País nem nos Açores, mas é demasiado evidente aqui na RAM», acrescentou, frisando que «esta dita reforma do Sistema Regional de Saúde não resolve o problema das altas problemáticas».

Victor Freitas lembra que há cerca de 600 pessoas em altas problemáticas, sublinhando que «esta reforma resolve unicamente algumas dezenas [de casos] e estamos a falar de um problema na ordem das centenas».

Nesse sentido, o deputado lembrou que os 600 utentes em altas problemáticas representam um custo anual de 46 milhões de euros, voltando a defender que estes casos deveriam passar para a alçada da Segurança Social, pois passariam a representar um custo de 13 milhões de euros anuais, o que resultaria num ganho de 33 milhões de euros. Tal como sustentou, o ganho de 33 milhões de euros desta operação deveria ser aplicado na construção de novos lares de terceira idade (há 955 pessoas em lista de espera), no apoio domiciliário e para investimento na Saúde.

Victor Freitas frisou que esta solução para as altas problemáticas está prevista no Programa de Governo do PSD, pelo que o Executivo «tem de clarificar por que razão não passa as altas problemáticas da área da Saúde para a área da Segurança Social, com esse ganho de 33 milhões de euros por ano». «Esta medida está no Programa de Governo. As duas Secretarias [a da Saúde e a da Inclusão e Assuntos Sociais] têm de se entender e resolver esta situação. Os utentes é que não podem continuar a ficar prejudicados numa dita guerra entre duas secretarias que não se entendem em relação a esta matéria», rematou.

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