A Madeira que queremos - Diálogos com Paulo Cafôfo
«O futuro da Madeira começou hoje. Vamos todos arregaçar as mangas!»
A Madeira que queremos - Diálogos com Paulo Cafôfo
«A nossa marca é a proximidade e o envolvimento dos cidadãos, da sociedade civil, na construção de um futuro comum»
A Madeira que queremos - Diálogos com Paulo Cafôfo
«Nós não queremos mudar o poder pelo poder. Temos uma estratégia de desenvolvimento para a Região assente numa agenda social, humanista, progressista, mas que quer, acima de tudo, mudar aquilo que tem sido um paradigma de um governo Regional que tem governado para o partido, tem governado para alguns interesses, não tem governado para o coletivo»
A Madeira que queremos - Diálogos com Paulo Cafôfo
«Temos uma Região que não tem petróleo nem diamantes, mas temos as pessoas, pessoas que querem concretizar sonhos, construir o futuro, que são trabalhadoras, empreendedoras e resilientes. É nestas pessoas, na sua educação, que nós devemos apostar, na qualificação da nossa população, porque esse é e será o principal fator de desenvolvimento»
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PS-M CRITICA GOVERNO REGIONAL POR MANTER-SE FECHADO EM RELAÇÃO À DESCENTRALIZAÇÃO DE COMPETÊNCIAS

O Partido Socialista-Madeira esteve reunido com os deputados do PS que integram a Comissão de Ambiente, Ordenamento do Território, Descentralização, Poder Local e Habitação da Assembleia da República.

Neste encontro, que decorreu no Porto Moniz, estiveram o presidente do PS-M, Emanuel Câmara, o candidato a presidente do Governo, Paulo Cafôfo, bem como elementos do secretariado, deputados, autarcas e presidentes de concelhia do partido.

Segundo adiantou o líder do Grupo Parlamentar do PS-M, Victor Freitas, o encontro serviu para troca de experiências em relação às políticas aplicadas no território nacional e àquilo que se passa na Região. Concretamente, Victor Freitas referiu que enquanto no País hoje há um debate em relação à descentralização de competências da parte do Estado para as diferentes autarquias, «aqui, na Região Autónoma da Madeira, infelizmente esse debate não está aberto, e, da parte do Governo Regional, tem-se mantido fechado em relação àquilo que é a descentralização de competências para as autarquias e respetivos recursos financeiros». «Esse debate não é feito cá. O Governo não tem mostrado intenções de fazer esse debate e de atribuir competências», criticou.

Por outro lado, e no que diz respeito aos fundos comunitários, o parlamentar socialista afirmou que «não existe vontade» da parte do Governo (Regional) em criar uma verba própria para os diferentes municípios da Região Autónoma da Madeira. Infelizmente, disse, é uma prática que não se aplica na RAM, mas aplica-se nos Açores e a nível nacional. «É uma prática que nós queremos vir a mudar a partir de 2019, uma vez que este Governo já está em fim de mandato e não tem abertura em matéria de descentralização de competências para os municípios e para as freguesias e, por outro lado, quer mandar nos fundos comunitários, que são fundos da Europa, são fundos de todos nós e que não são do Governo A, B ou C que esteja à frente dos destinos da Região», afirmou Victor Freitas, frisando que «o que queremos é que exista de facto uma verba consolidada para os municípios da Região» e que os mesmos tenham a garantia que terão acesso a essa verba.

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