A Madeira que queremos - Diálogos com Paulo Cafôfo
«O futuro da Madeira começou hoje. Vamos todos arregaçar as mangas!»
A Madeira que queremos - Diálogos com Paulo Cafôfo
«A nossa marca é a proximidade e o envolvimento dos cidadãos, da sociedade civil, na construção de um futuro comum»
A Madeira que queremos - Diálogos com Paulo Cafôfo
«Nós não queremos mudar o poder pelo poder. Temos uma estratégia de desenvolvimento para a Região assente numa agenda social, humanista, progressista, mas que quer, acima de tudo, mudar aquilo que tem sido um paradigma de um governo Regional que tem governado para o partido, tem governado para alguns interesses, não tem governado para o coletivo»
A Madeira que queremos - Diálogos com Paulo Cafôfo
«Temos uma Região que não tem petróleo nem diamantes, mas temos as pessoas, pessoas que querem concretizar sonhos, construir o futuro, que são trabalhadoras, empreendedoras e resilientes. É nestas pessoas, na sua educação, que nós devemos apostar, na qualificação da nossa população, porque esse é e será o principal fator de desenvolvimento»
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PS EXIGE MEDIDAS PARA RESOLVER «SITUAÇÃO CAÓTICA» NAS CRECHES E JARDINS DE INFÂNCIA PÚBLICOS

O Grupo Parlamentar do PS-Madeira manifestou a sua preocupação em relação à situação caótica que se tem verificado nas creches e jardins de infância públicos durante este mês de julho – período de interrupção das atividades educativas e no qual os educadores de infância não se encontram em contexto de sala de aula.

A deputada Sofia Canha deu conta que o Governo, contrariando o seu próprio grupo parlamentar, decidiu este ano letivo aplicar o calendário escolar a todos os setores da educação, desde o pré-escolar, e criticou que a Secretaria Regional de Educação não tenha providenciado os devidos ajustes de pessoal para assegurar esta situação. «Tal não foi feito e a situação por estes dias tem-se revelado caótica e são imensos os encarregados de educação que têm mostrado muita preocupação, têm reclamado e dado conta disso às direções das escolas e à própria tutela, pela forma como não veem assegurados os serviços mínimos para uma boa segurança e uma prestação de serviços cabal e de qualidade neste mês de julho», sustentou. «É humanamente impossível apenas uma pessoa – uma auxiliar – prestar o apoio devido numa sala com 22 crianças de tenra idade, até três anos», advertiu.

A parlamentar socialista considerou ser «escandaloso» que se tenha deixado a situação chegar a este ponto e exige que a Secretaria da Educação explique porque não assegurou os serviços e o pessoal necessário para garantir o bom e normal funcionamento destes estabelecimentos de ensino durante este período. Lembrou ainda que os pais pagam a mensalidade também neste mês, chegando alguns casos a atingir os 209 euros.

De acordo com Sofia Canha, esta situação é a prova clara da «falta de planeamento» e da «má gestão» da Secretaria da Educação, a qual «vira costas não só aos encarregados de educação, mas também às escolas e remetendo-lhes uma responsabilidade de resolução de um problema que não têm autonomia para o fazer»

«Quando dá jeito, a Secretaria remete a autonomia para as escolas. Quando não dá jeito, retira-lhes essa autonomia», lamentou a deputada do PS-M, instando a Secretaria Regional de Educação a, «rapidamente, tomar medidas de contratação de pessoal capacitado, de forma a repor o normal funcionamento destas instituições em período de interrupção das atividades letivas em tempo útil».


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