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A Madeira que queremos - Diálogos com Paulo Cafôfo
«O futuro da Madeira começou hoje. Vamos todos arregaçar as mangas!»
A Madeira que queremos - Diálogos com Paulo Cafôfo
«A nossa marca é a proximidade e o envolvimento dos cidadãos, da sociedade civil, na construção de um futuro comum»
A Madeira que queremos - Diálogos com Paulo Cafôfo
«Nós não queremos mudar o poder pelo poder. Temos uma estratégia de desenvolvimento para a Região assente numa agenda social, humanista, progressista, mas que quer, acima de tudo, mudar aquilo que tem sido um paradigma de um governo Regional que tem governado para o partido, tem governado para alguns interesses, não tem governado para o coletivo»
A Madeira que queremos - Diálogos com Paulo Cafôfo
«Temos uma Região que não tem petróleo nem diamantes, mas temos as pessoas, pessoas que querem concretizar sonhos, construir o futuro, que são trabalhadoras, empreendedoras e resilientes. É nestas pessoas, na sua educação, que nós devemos apostar, na qualificação da nossa população, porque esse é e será o principal fator de desenvolvimento»
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EMANUEL CÂMARA DESAFIA O GOVERNO A DIVULGAR O VALOR A PAGAR AOS PRODUTORES PELAS UVAS

Depois de o Governo Regional ter afirmado que irá garantir o escoamento das uvas, o presidente do Partido Socialista-Madeira sublinhou a importância de ver esclarecido de imediato qual o valor que este tenciona pagar aos produtores.

Deste modo, Emanuel Câmara pretende evitar que se repitam situações como a do ano passado em que apenas durante a vindima foi anunciado que «iam pagar só 50 cêntimos ao quilo». O líder dos socialistas madeirenses lembra ainda que, no ano transato, só depois da reivindicação do PS-M, dando voz aos viticultores da Região Autónoma da Madeira, é que o Governo Regional cedeu e resolveu pagar 80 cêntimos ao quilo.

Em conferência de imprensa em São Vicente, Emanuel Câmara referiu que o valor mais correto para compensar um ano de trabalho e dedicação por parte dos viticultores seria entre um euro e um euro e meio ao quilo (no caso da casta negra mole), sendo que, frisou, é importante que estes «saibam no imediato qual será o valor que irão receber pela produção ao quilo».

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