A Madeira que queremos - Diálogos com Paulo Cafôfo
«O futuro da Madeira começou hoje. Vamos todos arregaçar as mangas!»
A Madeira que queremos - Diálogos com Paulo Cafôfo
«A nossa marca é a proximidade e o envolvimento dos cidadãos, da sociedade civil, na construção de um futuro comum»
A Madeira que queremos - Diálogos com Paulo Cafôfo
«Nós não queremos mudar o poder pelo poder. Temos uma estratégia de desenvolvimento para a Região assente numa agenda social, humanista, progressista, mas que quer, acima de tudo, mudar aquilo que tem sido um paradigma de um governo Regional que tem governado para o partido, tem governado para alguns interesses, não tem governado para o coletivo»
A Madeira que queremos - Diálogos com Paulo Cafôfo
«Temos uma Região que não tem petróleo nem diamantes, mas temos as pessoas, pessoas que querem concretizar sonhos, construir o futuro, que são trabalhadoras, empreendedoras e resilientes. É nestas pessoas, na sua educação, que nós devemos apostar, na qualificação da nossa população, porque esse é e será o principal fator de desenvolvimento»
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PS DEFENDE INTEGRAÇÃO DE TÉCNICOS DE SERVIÇOS SOCIAL NAS ESCOLAS 

O grupo parlamentar do PS defendeu, esta manhã, na Assembleia Legislativa da Madeira, um projecto de resolução que recomenda a integração de técnicos de serviço social nas escolas da Região. A deputada Sofia Canha justificou esta medida com a importância de dar resposta directa a problemas sociais, dos alunos e das famílias.

Face às novas realidades sociais emergentes, houve necessidade de estabelecer um regime jurídico do pessoal não docente, por forma a dar respostas adequadas aos problemas com que se deparam os estabelecimentos de ensino básico e secundário da rede pública da RAM.


            De entre as diversas áreas contempladas no DLR n.º 29/2006/M, de 19 de julho, aquela que menos tem sido valorizada é a do serviço social, o que não se entende devido às necessidades sentidas pelos estabelecimentos de ensino em atender e responder a todos os problemas sociais que os discentes apresentam.

Como é fácil de entender, os docentes, mais concretamente, os diretores de turma, que têm como principal função mediar as relações entre escola, aluno e família, não têm a disponibilidade necessária, nem a formação técnica adequada para lidar com os problemas apresentados, sentindo-se muitas vezes limitados pela dificuldade em obter as respostas adequadas aos mais variados problemas, bem como os canais apropriados para a resolução desses mesmos problemas.

O diretor de turma ou outro professor pode e deve sinalizar os casos que apresentam problemas e fazer o encaminhamento para o serviço escolar mais adequado.

É aqui que verificamos uma lacuna nas escolas, pois os diagnósticos nem sempre são realizados atempada e adequadamente pelas limitações de tempo e por isso, nem sempre há uma resposta eficaz aos discentes que carecem de acompanhamento.

Um técnico de serviço social, pela natureza da sua formação, está mais apto a realizar um diagnóstico correto e a acompanhar a situação, articulando com as autoridades e parceiros competentes.

O técnico superior da área de serviço social desenvolveria, no quadro do projeto educativo de escola, as funções inerentes à sua especialidade, no seio do apoio socioeducativo, competindo-lhe, designadamente:

a) Colaborar com os órgãos de administração e gestão da escola no âmbito dos apoios socioeducativos;

b) Promover as ações comunitárias destinadas a prevenir a fuga à escolaridade obrigatória, ao abandono precoce e ao absentismo sistemático;

c) Desenvolver ações de informação e sensibilização dos pais, dos encarregados de educação e da comunidade em geral, relativamente às condicionantes socioeconómicas e culturais do desenvolvimento e da aprendizagem;

d) Apoiar os alunos no processo de desenvolvimento pessoal;

e) Colaborar, na área da sua especialidade, com professores, pais ou encarregados de educação e outros agentes educativos na perspetiva do aconselhamento psicossocial;

f) Propor a articulação da sua atividade com os serviços especializados, em particular nas áreas da saúde e segurança social, contribuindo para o correto diagnóstico e avaliação sócio-médico-educativa dos alunos com necessidades especiais, e participar no planeamento das medidas de intervenção mais adequadas.

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