A Madeira que queremos - Diálogos com Paulo Cafôfo
«O futuro da Madeira começou hoje. Vamos todos arregaçar as mangas!»
A Madeira que queremos - Diálogos com Paulo Cafôfo
«A nossa marca é a proximidade e o envolvimento dos cidadãos, da sociedade civil, na construção de um futuro comum»
A Madeira que queremos - Diálogos com Paulo Cafôfo
«Nós não queremos mudar o poder pelo poder. Temos uma estratégia de desenvolvimento para a Região assente numa agenda social, humanista, progressista, mas que quer, acima de tudo, mudar aquilo que tem sido um paradigma de um governo Regional que tem governado para o partido, tem governado para alguns interesses, não tem governado para o coletivo»
A Madeira que queremos - Diálogos com Paulo Cafôfo
«Temos uma Região que não tem petróleo nem diamantes, mas temos as pessoas, pessoas que querem concretizar sonhos, construir o futuro, que são trabalhadoras, empreendedoras e resilientes. É nestas pessoas, na sua educação, que nós devemos apostar, na qualificação da nossa população, porque esse é e será o principal fator de desenvolvimento»
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A TAP MERECE SER PROCESSADA EM TRIBUNAL NÃO PELO PSD MAS PELOS MADEIRENSES 

“O PS Madeira não é cúmplice no comportamento da TAP, nem é cúmplice do Governo Regional e não aceita que a República se porte como um parceiro adormecido, o senhor Ministro com a pasta dos transportes tem que tomar posição junto da TAP pela forma como a TAP está a tratar a Madeira”, disse. Para o líder parlamentar do PS-M, “a TAP merece ser processada em Tribunal, não pelo Governo PSD, mas pelos Madeirenses pela forma como trata a Madeira”.

Para o líder parlamentar do PS-M, “a TAP merece ser processada em Tribunal, não pelo Governo PSD, mas pelos Madeirenses pela forma como trata a Madeira”. Segundo o PS, “a TAP comporta-se como uma empresa privada como o PSD defende. Está nas mãos do PSD romper com o monopólio da TAP e captar uma terceira companhia. Esta nas mãos do Governo PSD alterar a Lei da Mobilidade que só serve a TAP e a Easyjet, mas não serve a Madeira. O Governo PSD aceitou 11 Milhões de euros de Passos Coelho para a mobilidade, o Governo PS atribui 25,5 Milhões, o que está o PSD à espera para alterar a Lei? O PSD lava as mãos como Pilatos, mas como Pilatos não fica com as Maus limpas”, resumiu.

Antes havia abordado a questão neste termos: “É uma vergonha o que tem acontecido: cancelamentos de voos, atrasos, adiamentos de voos. É inadmissível como nestas situações a TAP trata os Passageiros Madeirenses, em muitos casos vota-os ao abandono, inadmissível. É desumano a forma como a TAP trata a Madeira, mas não é só a Madeira, as nossas queixas são as queixas de muitos passageiros nos Açores, em Lisboa e no Porto. A TAP tem de cumprir o serviço público, mas não só a TAP, mas também a easyjet. Nesta questão estamos todos de acordo –a TAP tem de prestar serviço de qualidade sem mácula. O PS está sempre disponível para defender a Madeira contra os desmandos da TAP”. Segundo o PS, a questão do duopólio persiste nas ligações, mas com uma inclinação para o Monopólio da TAP. 

“O Governo do PSD Madeira falhou e não fez o seu trabalho. Em três anos não conseguiram atrair uma terceira companhia para romper com o duopólio da TAP e da  Easyjet, tornando-se responsáveis pelo abuso que estas duas companhias praticam na linha aérea com o continente. O PS desde há muito que é a favor da Madeira ter uma companhia aérea ou parcerias com companhias que permita defender melhor os interesses dos Madeirenses”, disse Victor Freitas.  Por outro lado, disse que a questão da Lei da Mobilidade “está nas mãos do Governo PSD da Madeira”. “A Madeira tem autonomia para rever o subsídio de mobilidade, como afirmou o Primeiro-Ministro, cabe a Madeira fazer uma nova Lei da Mobilidade. A actual Lei da Mobilidade foi desenhada pelo Ex-secretário Eduardo Jesus. Está nas mãos do Governo PSD desbloquear esta questão, são estes que mantêm uma lei com falhas e insuficiências que leva à actual situação”, desafiou. Victor Freitas assumiu que a privatização da TAP foi um erro do ponto de vista do interesse público. “O Governo PS nacionalizou parte da TAP e manteve a gestão privada. Nada mudou, mesmo com o Estado a adquirir parte da companhia. O PSD é a favor da gestão privada da TAP e o Governo manter a política do PSD – gestão privada. O que é uma gestão privada? O Estado não intervém. Se o Estado se retirar da TAP resolve os nossos problemas? Não resolve, porque o Estado na prática entrou no seu capital, mas está fora da sua gestão”, explicou

“O PSD queria uma TAP privada, é de facto o que temos. O privado trata dos seus interesses, o lucro, numa situação de quase monopólio. Se a TAP não cumpre o se3u papel o PSD diz privatize-se. Pois só que hoje a TAP comporta-se como uma empresa privada e o PSD diz o Estado tem de intervir. O PSD quer uma empresa privada e ao mesmo tempo quer uma intervenção do Estado. O que eu digo, ao contrário do PSD, mas em coerência, se a gestão privada não serve o interesse público o Estado que assuma o capital total da TAP e assuma a sua questão”, rematou.

 

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