Convenção Autárquica
«O PSD lembrou-se que tem de ganhar eleições e é agora, só neste momento, que estão a trabalhar para isso, enquanto nós estamos a trabalhar desde o primeiro momento pelas pessoas e não nos esquecemos disso»
Convenção Autárquica
«O PS não defende há muito tempo estas medidas que Miguel Albuquerque está a apresentar agora. O PS já executa estas medidas onde é poder. Essa é que é a grande diferença»
A Madeira que queremos - Diálogos com Paulo Cafôfo
«O futuro da Madeira começou hoje. Vamos todos arregaçar as mangas!»
A Madeira que queremos - Diálogos com Paulo Cafôfo
«A nossa marca é a proximidade e o envolvimento dos cidadãos, da sociedade civil, na construção de um futuro comum»
A Madeira que queremos - Diálogos com Paulo Cafôfo
«Nós não queremos mudar o poder pelo poder. Temos uma estratégia de desenvolvimento para a Região assente numa agenda social, humanista, progressista, mas que quer, acima de tudo, mudar aquilo que tem sido um paradigma de um governo Regional que tem governado para o partido, tem governado para alguns interesses, não tem governado para o coletivo»
A Madeira que queremos - Diálogos com Paulo Cafôfo
«Temos uma Região que não tem petróleo nem diamantes, mas temos as pessoas, pessoas que querem concretizar sonhos, construir o futuro, que são trabalhadoras, empreendedoras e resilientes. É nestas pessoas, na sua educação, que nós devemos apostar, na qualificação da nossa população, porque esse é e será o principal fator de desenvolvimento»
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A ESCOLA: UMA AUTONOMIA CONSTRUÍDA
A sala Lisboa foi palco do debate dedicado à área da Educação. Rui Caetano (Coordenador para a área da Educação do PS-M), Jesus Maria Sousa (Professora Catedrática da Universidade da Madeira), Ana Cristina Duarte (Investigadora da Universidade da Madeira) e Renato Carvalho (Presidente da Delegação Regional da Ordem dos Psicólogos) foram os intervenientes na mesa redonda intitulada “A Escola: uma autonomia construída”.

Numa análise ao estado da Educação na Madeira, Rui Caetano revelou-se chocado com os dados sobre o abandono escolar na região. O coordenador disse que a resposta a este problema deverá começar por pensar a educação a partir da realidade e não a partir dos gabinetes, dando aos profissionais recursos e capacidades para que possam fazer diferente, garantindo melhores escolas e melhores aprendizagens.

Num debate em que muito se falou da importância da autónima dada às escolas, Jesus Maria Sousa, Professora Catedrática da Universidade da Madeira, fez um enquadramento da história da educação na ilha da Madeira numa tentativa de mostrar a evolução vivida. Para Jesus Maria Sousa, é essencial pensar um novo currículo “situacional e descolonizador” que garanta aos madeirenses oportunidades iguais às dos continentais.

Renato Carvalho, Presidente da Delegação Regional da Ordem dos Psicólogos, focou a sua intervenção no peso da educação no desenvolvimento social, chamando a atenção para a necessidade de olhar para estas questões de forma mais aberta e alargada às necessidades individuais de cada um dos intervenientes do processo educativo escolar.

A investigadora Ana Cristina Duarte concluiu esta mesa redonda sugerindo a importância de uma análise de forma mais profunda à intervenção política no aumento da autonomia das escolas e à vontade de descentralização demonstrada pelas administrações.

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