Convenção Autárquica
«O PSD lembrou-se que tem de ganhar eleições e é agora, só neste momento, que estão a trabalhar para isso, enquanto nós estamos a trabalhar desde o primeiro momento pelas pessoas e não nos esquecemos disso»
Convenção Autárquica
«O PS não defende há muito tempo estas medidas que Miguel Albuquerque está a apresentar agora. O PS já executa estas medidas onde é poder. Essa é que é a grande diferença»
A Madeira que queremos - Diálogos com Paulo Cafôfo
«O futuro da Madeira começou hoje. Vamos todos arregaçar as mangas!»
A Madeira que queremos - Diálogos com Paulo Cafôfo
«A nossa marca é a proximidade e o envolvimento dos cidadãos, da sociedade civil, na construção de um futuro comum»
A Madeira que queremos - Diálogos com Paulo Cafôfo
«Nós não queremos mudar o poder pelo poder. Temos uma estratégia de desenvolvimento para a Região assente numa agenda social, humanista, progressista, mas que quer, acima de tudo, mudar aquilo que tem sido um paradigma de um governo Regional que tem governado para o partido, tem governado para alguns interesses, não tem governado para o coletivo»
A Madeira que queremos - Diálogos com Paulo Cafôfo
«Temos uma Região que não tem petróleo nem diamantes, mas temos as pessoas, pessoas que querem concretizar sonhos, construir o futuro, que são trabalhadoras, empreendedoras e resilientes. É nestas pessoas, na sua educação, que nós devemos apostar, na qualificação da nossa população, porque esse é e será o principal fator de desenvolvimento»
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PS APRESENTA QUEIXA CONTRA PRESIDENTE DA AUTARQUIA DE CÂMARA DE LOBOS

O vereador do Partido Socialista na Câmara Municipal de Câmara de Lobos apresentou uma denúncia no Ministério Público contra o presidente daquela edilidade. Em causa está a difusão dos hinos do PSD e de campanha de Pedro Coelho durante a inauguração do Caminho das Fontes à Partilha, na freguesia da Quinta Grande, no passado dia 2 de junho.

 Após a entrega da queixa, no Palácio da Justiça, Amândio Silva criticou veementemente a prática ocorrida, considerando-a um ilícito, razão pela qual entende que o Ministério Público deve averiguar esta situação.

«Compete aos detentores de cargos políticos regrar-se por deveres de neutralidade e imparcialidade», afirmou o vereador socialista, sublinhando que a difusão dos referidos hinos num ato da câmara municipal configura uma ilegalidade. Amândio Silva diz que nem nos tempos de Alberto João Jardim, em que havia um «poder claramente tentacular», tem «memória de uma situação desta natureza». «Fico muito constrangido como é que, tantos anos após o 25 de abril, ainda é possível misturar um ato público de uma câmara municipal com campanha político-partidária. (…) Não concordamos que se use bens públicos em benefício de um partido político», sublinhou.


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