A Madeira que queremos - Diálogos com Paulo Cafôfo
«O futuro da Madeira começou hoje. Vamos todos arregaçar as mangas!»
A Madeira que queremos - Diálogos com Paulo Cafôfo
«A nossa marca é a proximidade e o envolvimento dos cidadãos, da sociedade civil, na construção de um futuro comum»
A Madeira que queremos - Diálogos com Paulo Cafôfo
«Nós não queremos mudar o poder pelo poder. Temos uma estratégia de desenvolvimento para a Região assente numa agenda social, humanista, progressista, mas que quer, acima de tudo, mudar aquilo que tem sido um paradigma de um governo Regional que tem governado para o partido, tem governado para alguns interesses, não tem governado para o coletivo»
A Madeira que queremos - Diálogos com Paulo Cafôfo
«Temos uma Região que não tem petróleo nem diamantes, mas temos as pessoas, pessoas que querem concretizar sonhos, construir o futuro, que são trabalhadoras, empreendedoras e resilientes. É nestas pessoas, na sua educação, que nós devemos apostar, na qualificação da nossa população, porque esse é e será o principal fator de desenvolvimento»
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VOTO DE PROTESTO CONTRA OS ATRASOS NA TRANSFERÊNCIA DE APOIOS FINANCEIROS ÀS ASSOCIAÇÕES DE BOMBEIROS

O Grupo Parlamentar do Partido Socialista-Madeira deu entrada, na Assembleia Legislativa da Região Autónoma da Madeira, a um voto de protesto contra os atrasos, por parte do Governo Regional, na transferência dos apoios financeiros às associações de bombeiros.

Refira-se que o Governo Regional da Madeira inscreveu no Orçamento Regional para 2018 o valor de €1.950.000 para apoio às associações de bombeiros da Região Autónoma da Madeira, um dos principais projetos da Secretaria Regional da Saúde.

Estas associações são responsáveis pela gestão técnica e financeira das corporações de bombeiros voluntários, que prestam um serviço inestimável e reconhecido por toda a sociedade, sendo que, além do apoio financeiro do governo, contam com o apoio das câmaras municipais, as quais fazem por cumprir com as transferências mensais acordadas.

É com ambas essas verbas que as associações contam para assegurar o funcionamento das estruturas que representam e pagar os justos vencimentos dos elementos das corporações de bombeiros.

Segundo afirma a deputada Sofia Canha, «os atrasos nas transferências do apoio financeiro do governo podem comprometer ou tornar difícil o cumprimento das obrigações». Tal como adianta, de facto, «verificou-se este ano que o pagamento referente aos meses de janeiro, fevereiro e março só se efetivou em abril». «Os encargos financeiros são mensais e a vida dos bombeiros e das estruturas onde estão integrados não fica suspensa durante três meses, sendo desejável que o governo transfira mensalmente os apoios a que se propôs cumprir», adverte a deputada socialista.

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