Convenção Autárquica
«O PSD lembrou-se que tem de ganhar eleições e é agora, só neste momento, que estão a trabalhar para isso, enquanto nós estamos a trabalhar desde o primeiro momento pelas pessoas e não nos esquecemos disso»
Convenção Autárquica
«O PS não defende há muito tempo estas medidas que Miguel Albuquerque está a apresentar agora. O PS já executa estas medidas onde é poder. Essa é que é a grande diferença»
A Madeira que queremos - Diálogos com Paulo Cafôfo
«O futuro da Madeira começou hoje. Vamos todos arregaçar as mangas!»
A Madeira que queremos - Diálogos com Paulo Cafôfo
«A nossa marca é a proximidade e o envolvimento dos cidadãos, da sociedade civil, na construção de um futuro comum»
A Madeira que queremos - Diálogos com Paulo Cafôfo
«Nós não queremos mudar o poder pelo poder. Temos uma estratégia de desenvolvimento para a Região assente numa agenda social, humanista, progressista, mas que quer, acima de tudo, mudar aquilo que tem sido um paradigma de um governo Regional que tem governado para o partido, tem governado para alguns interesses, não tem governado para o coletivo»
A Madeira que queremos - Diálogos com Paulo Cafôfo
«Temos uma Região que não tem petróleo nem diamantes, mas temos as pessoas, pessoas que querem concretizar sonhos, construir o futuro, que são trabalhadoras, empreendedoras e resilientes. É nestas pessoas, na sua educação, que nós devemos apostar, na qualificação da nossa população, porque esse é e será o principal fator de desenvolvimento»
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ALTERAÇÃO À LEI DA PARIDADE REPRESENTA PORTA QUE SE ENTREABRIU

A presidente do Departamento Regional de Mulheres Socialistas (DRMS) relevou a aprovação, na Assembleia da República, da alteração à Lei da Paridade. No final de uma mesa redonda organizada pelo DRMS, subordinada ao tema “As portas que abril (ainda não) abriu”, Mafalda Gonçalves disse que o dia de hoje foi «muito especial».

«É um dia em que se abriu ou se entreabriu uma porta», sustentou, referindo-se especificamente à alteração à Lei da Paridade, que foi aprovada na generalidade no Parlamento nacional. Esta alteração vem introduzir uma representatividade de 40% do género sub-representado nas listas, bem como contém a proposta de que as listas sejam ordenadas alternadamente – um homem, uma mulher, ou uma mulher, um homem – e que, quando um deputado ou deputada for substituído, terá de sê-lo pelo candidato que se segue na lista, mas do mesmo género.
«Digo que a porta está entreaberta, porque falta ainda a lei ser aprovada na especialidade. Contudo, esta é uma conquista que nos aproxima mais da liberdade de abril, que é, neste caso, a paridade plena, que serão os 50/50 que esperamos no futuro chegarmos a atingir», sublinhou Mafalda Gonçalves.
Em relação à mesa redonda que hoje se realizou, teve como oradores Guida Vieira (sindicalista, operária e bordadeira) e António Loja (investigador, escritor e professor), cidadãos que tiveram um papel ativo e preponderante na Revolução de 1974.
Por seu turno, Daniela Aguiar, que foi a moderadora do debate, explicou que estiveram a ser debatidas as portas que abril ainda não abriu, «porque consideramos que, apesar da Constituição da República Portuguesa de 1976 ter consagrado princípios fundamentais, nomeadamente o direito ao voto, há pequenos aspetos que não lograram ter consagração prática, nomeadamente no que respeita à liberdade de expressão e à liberdade de manifestação de opinião».

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