A Madeira que queremos - Diálogos com Paulo Cafôfo
«O futuro da Madeira começou hoje. Vamos todos arregaçar as mangas!»
A Madeira que queremos - Diálogos com Paulo Cafôfo
«A nossa marca é a proximidade e o envolvimento dos cidadãos, da sociedade civil, na construção de um futuro comum»
A Madeira que queremos - Diálogos com Paulo Cafôfo
«Nós não queremos mudar o poder pelo poder. Temos uma estratégia de desenvolvimento para a Região assente numa agenda social, humanista, progressista, mas que quer, acima de tudo, mudar aquilo que tem sido um paradigma de um governo Regional que tem governado para o partido, tem governado para alguns interesses, não tem governado para o coletivo»
A Madeira que queremos - Diálogos com Paulo Cafôfo
«Temos uma Região que não tem petróleo nem diamantes, mas temos as pessoas, pessoas que querem concretizar sonhos, construir o futuro, que são trabalhadoras, empreendedoras e resilientes. É nestas pessoas, na sua educação, que nós devemos apostar, na qualificação da nossa população, porque esse é e será o principal fator de desenvolvimento»
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PS-M QUER AUDIÇÃO PARLAMENTAR À PRESIDENTE DA ARM

O Grupo Parlamentar do Partido Socialista-Madeira deu entrada, na Assembleia Legislativa da Região Autónoma da Madeira, a um pedido de audição parlamentar à presidente do Conselho de Administração da ARM, Nélia Sousa. 

Considerando os registos da Agência para o Desenvolvimento e Coesão da União Europeia (UE), a empresa Águas e Resíduos da Madeira (ARM) dispõe de mais de 63,5 milhões de euros em projetos aprovados pela União Europeia, que permanecem por executar.

Desde 2016 até ao presente, a ARM já inscreveu 15 empreitadas, todas consideradas fundamentais para a gestão da empresa, bem como para fazer face às necessidades de serviço de abastecimento de milhares de casas e terrenos agrícolas da Região Autónoma da Madeira. Contudo, apenas 6 dos 15 projetos seguiram os parâmetros normais até à adjudicação, sendo a taxa de execução de apenas 14,22%, enquanto as empreitadas apresentadas ao público representaram 72 milhões de euros, ou seja, apenas 9 milhões foram aplicados, nestes últimos dois anos.

Considerando o volume acentuado de projetos aprovados pela UE, não se percebe as razões de tão baixo nível de execução dos fundos europeus.

Face ao mencionado, é do nosso entendimento saber as razões pelas quais existe tão baixa taxa de concretização de empreitadas lançadas a concurso público.

Nestes termos, o Grupo Parlamentar do PS-M solicitou a marcação de uma audição parlamentar à presidente do Conselho de Administração da ARM, Nélia Sousa, de modo a serem prestados esclarecimentos sobre o assunto em epígrafe.

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