A Madeira que queremos - Diálogos com Paulo Cafôfo
«O futuro da Madeira começou hoje. Vamos todos arregaçar as mangas!»
A Madeira que queremos - Diálogos com Paulo Cafôfo
«A nossa marca é a proximidade e o envolvimento dos cidadãos, da sociedade civil, na construção de um futuro comum»
A Madeira que queremos - Diálogos com Paulo Cafôfo
«Nós não queremos mudar o poder pelo poder. Temos uma estratégia de desenvolvimento para a Região assente numa agenda social, humanista, progressista, mas que quer, acima de tudo, mudar aquilo que tem sido um paradigma de um governo Regional que tem governado para o partido, tem governado para alguns interesses, não tem governado para o coletivo»
A Madeira que queremos - Diálogos com Paulo Cafôfo
«Temos uma Região que não tem petróleo nem diamantes, mas temos as pessoas, pessoas que querem concretizar sonhos, construir o futuro, que são trabalhadoras, empreendedoras e resilientes. É nestas pessoas, na sua educação, que nós devemos apostar, na qualificação da nossa população, porque esse é e será o principal fator de desenvolvimento»
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GRUPO PARLAMENTAR DO PS QUER OUVIR PRESIDENTE DO IASAÚDE E CONSELHO DIRETIVO DO ADSE

O Grupo Parlamentar do PS-Madeira deu entrada, na Assembleia Legislativa da Região Autónoma da Madeira, a um pedido de Audição Parlamentar ao presidente do Instituto de Administração da Saúde e Assuntos Sociais (IASAÚDE, IP-RAM) e ao presidente do conselho diretivo do Instituto de Proteção e Assistência na Doença, I. P. (ADSE). Em causa, estão as preocupações dos beneficiários madeirenses do ADSE.

 

A deputada Sofia Canha lembra que “ainda vivíamos num período de restrições orçamentais, quando, em 2015, foram assumidos compromissos entre a Região Autónoma da Madeira, o Governo da República do PSD/CDS e a ADSE, vertidos em Memorando de Entendimento entre as partes para regularização de dívidas. A partir de então, a Região passou a entregar todos os descontos dos beneficiários da Administração Pública Regional à ADSE, tendo como contrapartida a cobertura das despesas com os serviços de Saúde.

Em outubro de 2015, a ADSE usou excedentes gerados em 2014 e receitas próprias de 2015 para pagar mais de 29 milhões de euros ao Serviço Regional de Saúde da Madeira, que foram considerados pagamentos ilegais pelo Tribunal de Contas. Entretanto, desconhece-se quaisquer outras transferências do ADSE para a Madeira, que tem assumido todos os reembolsos aos beneficiários desde 2016”.

A deputada socialista refere, ainda, que “na Região, para além da questão financeira e de gestão do IASAÚDE, IP-RAM, há um fator importante que incomoda os beneficiários do ADSE em particular, que é a dificuldade no acesso a serviços convencionados na Madeira, evitando o pagamento integral dos serviços, para depois usufruir, passados 6 meses, do respetivo reembolso. Esta situação, como se compreende, constrange muito o acesso à Saúde por parte dos beneficiários".

Uma vez que o ADSE, I.P. passou a ter um regime jurídico de autonomia administrativa e responsabilidade financeira por cuidados prestados aos seus quotizados, decretado pelo Decreto-Lei nº 7/2017, de 9 de janeiro, é do entendimento do Grupo Parlamentar do PS que todos os esclarecimentos devem ser facultados o mais brevemente possível por quem representa as entidades mencionadas.

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