A Madeira que queremos - Diálogos com Paulo Cafôfo
«O futuro da Madeira começou hoje. Vamos todos arregaçar as mangas!»
A Madeira que queremos - Diálogos com Paulo Cafôfo
«A nossa marca é a proximidade e o envolvimento dos cidadãos, da sociedade civil, na construção de um futuro comum»
A Madeira que queremos - Diálogos com Paulo Cafôfo
«Nós não queremos mudar o poder pelo poder. Temos uma estratégia de desenvolvimento para a Região assente numa agenda social, humanista, progressista, mas que quer, acima de tudo, mudar aquilo que tem sido um paradigma de um governo Regional que tem governado para o partido, tem governado para alguns interesses, não tem governado para o coletivo»
A Madeira que queremos - Diálogos com Paulo Cafôfo
«Temos uma Região que não tem petróleo nem diamantes, mas temos as pessoas, pessoas que querem concretizar sonhos, construir o futuro, que são trabalhadoras, empreendedoras e resilientes. É nestas pessoas, na sua educação, que nós devemos apostar, na qualificação da nossa população, porque esse é e será o principal fator de desenvolvimento»
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PS-M PROPÕE PLANO PARA TRILHOS DE BTT

O Grupo Parlamentar do PS-M deu entrada, na Assembleia Legislativa da Região Autónoma da Madeira, a um projeto de resolução que recomenda ao Governo Regional a adoção de várias medidas no que diz respeito aos trilhos de BTT.

É por todos reconhecido que as ilhas da Madeira e Porto Santo têm caraterísticas ímpares para a prática de diversas atividades de lazer e desportivas ligadas à Natureza. Uma das atividades em expansão é o BTT, que tem crescido de forma exponencial, ajudando a diversificar a oferta turística, e trazido muitos turistas à região, assim como tem projetado a Madeira além-fronteiras, captando um público diferenciado e pouco tradicional.

A deputada Sofia Canha – que, antes de apresentar esta iniciativa, esteve a recolher informação junto a praticantes, empresários e entusiastas da modalidade – lembra que tem sido feita uma aposta na promoção e divulgação da atividade de BTT, mas que não se conhece qualquer estratégia para esta área. Aquilo que se conhece, acrescenta, é que a Região, através da Associação de Promoção da Madeira, apoia, de forma pontual, eventos ligados àquela atividade, promovidas por entidades privadas.

A utilização desregrada e sem qualquer regulação poderá desencadear o desgaste dos trilhos e das áreas para a prática de BTT, com impactos na qualidade dos pisos e na segurança dos praticantes, que, por sua vez, terá consequências em termos de captação de público.

Temos, por outro lado, muitos trilhos em terrenos privados ou que passam em antigas veredas e caminhos reais, partilhados com outros utilizadores (caminhantes, trail runners, pastores, motociclos), o que pode desencadear conflito de interesses ou provocar acidentes.

Há países (Itália) e até municípios do nosso país, nomeadamente Águeda, que fizeram uma aposta consistente e sustentada neste desporto, reconhecendo e criando as melhores condições para que a modalidade seja realizada em segurança para os praticantes e outros apreciadores de atividades na montanha.

Se a Madeira tiver a capacidade de garantir as condições de reconhecida qualidade e segurança, a divulgação desta prática desportiva faz-se só por si, não querendo dizer que não seja complementada com promoção por parte das entidades públicas e associativas.

Face ao exposto, o Grupo Parlamentar do PS-M recomenda ao Governo Regional que seja efetuado um estudo de avaliação dos trilhos existentes na Madeira para a prática de BTT, que seja elaborado um plano prevendo onde é possível fazer novos trilhos sustentáveis, que seja alocada uma verba anual para a manutenção dos trilhos certificados, a ser feita por uma empresa acreditada, bem como que se preveja formas de sustentabilidade económica dos mesmos. O projeto de resolução recomenda também que sejam bem identificados e sinalizados os trilhos para a prática de BTT e aqueles destinados a outras atividades, evitando riscos de segurança, e ainda que seja elaborado um plano de emergência específico, de segurança e resgate, conforme regulamentação já existente em Portugal.

 

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