A Madeira que queremos - Diálogos com Paulo Cafôfo
«O futuro da Madeira começou hoje. Vamos todos arregaçar as mangas!»
A Madeira que queremos - Diálogos com Paulo Cafôfo
«A nossa marca é a proximidade e o envolvimento dos cidadãos, da sociedade civil, na construção de um futuro comum»
A Madeira que queremos - Diálogos com Paulo Cafôfo
«Nós não queremos mudar o poder pelo poder. Temos uma estratégia de desenvolvimento para a Região assente numa agenda social, humanista, progressista, mas que quer, acima de tudo, mudar aquilo que tem sido um paradigma de um governo Regional que tem governado para o partido, tem governado para alguns interesses, não tem governado para o coletivo»
A Madeira que queremos - Diálogos com Paulo Cafôfo
«Temos uma Região que não tem petróleo nem diamantes, mas temos as pessoas, pessoas que querem concretizar sonhos, construir o futuro, que são trabalhadoras, empreendedoras e resilientes. É nestas pessoas, na sua educação, que nós devemos apostar, na qualificação da nossa população, porque esse é e será o principal fator de desenvolvimento»
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LÍDER DA JS-M CRITICA GOVERNO REGIONAL NA QUESTÃO DA MOBILIDADE DOS ESTUDANTES

Olavo Câmara, Presidente da JS-Madeira, encontra-se em Bruxelas a liderar um grupo de 20 jovens socialistas que participarão esta tarde num Encontro de Jovens das Regiões Ultraperiféricas Europeias. À margem da iniciativa, onde serão abordados os principais problemas e desafios que os jovens enfrentam nestas regiões, Olavo Câmara diz-se “chocado e triste com a falta de habilidade do Governo Regional para encontrar soluções para um dos principais problemas que encontramos: o da mobilidade, nomeadamente dos jovens estudantes”. 

Para Olavo Câmara, não há dúvidas de que “os voos charters são o reconhecimento do falhanço do modelo de mobilidade negociado entre o anterior Governo da República do PSD e o Governo Regional de Miguel Albuquerque, um modelo que não serve aos estudantes nem aos madeirenses. O voo charter é mais uma confirmação de que temos um governo regional sem rumo, sem estratégia e sem soluções para os problemas de fundo da Madeira”.

“O voo charter criado pelo Governo Regional com o intuito de beneficiar os madeirenses carenciados que estudam no continente mais uma vez não produziu os efeitos pretendidos. Já por altura do Natal, o senhor vice-presidente do Governo Regional, Pedro Calado, anunciou que esta medida seria de cariz solidário, com vista a proporcionar aos referidos alunos condições para que pudessem estar com as suas famílias. Pelo contrário, o que se verifica é que, quando os bilhetes deveriam ser dirigidos efetivamente aos estudantes carenciados, os mesmos foram vendidos aos clientes “habituais” das agências de viagens”, aponta o líder da JS-Madeira. Recorde-se que o voo ‘charter’ da operação especial ‘Páscoa na Madeira’ ficou esgotado em poucos minutos, deixando centenas de estudantes em ‘lista’ de espera.

Face ao sucedido, prossegue Olavo Câmara, “ constata-se que o Governo Regional, uma vez mais, falhou nesta matéria, uma vez que não criou uma estratégia que permitisse reservar, em primeiro lugar, as passagens aéreas para os alunos com dificuldades económicas”. Como tal, o líder da JS considera que seria do mais elementar bom-senso que houvesse uma estratégia criada pelo Governo Regional no sentido de aferir, antecipadamente, o número de alunos nestas circunstâncias para, desse modo, garantir que os mesmos tenham acesso aos bilhetes.

“Se, desde o início, tivesse sido criado um subsídio de mobilidade realmente eficaz, todos os estudantes madeirenses pagariam apenas o montante de 65 euros, o que garantia a todos a possibilidade de se deslocarem à sua Região e estarem com as respetivas famílias, sem qualquer tipo de complicações. Assim sendo, esperemos que o Governo Regional resolva, de uma vez por todas, este problema aquando das próximas alterações ao subsídio de mobilidade”, frisa o presidente da JS.

Olavo Câmara termina com uma questão: “se a Madeira tem, como disse recentemente o próprio PSD, 6000 estudantes no Ensino Superior, grande parte deles no Continente, como é possível achar-se que se resolve o problema com um voo com menos de 200 lugares?”. Este será, de resto, um dos temas abordados no Encontro de hoje e de amanhã, cujas conclusões serão dadas a conhecer no final da iniciativa.

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