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ORAM PARA 2018 É DOCUMENTO DE FARSA E UM ORÇAMENTO DE UMBIGOS

Na intervenção final antes da votação global, o deputado do PS, Carlos Pereira, afirmou que o governo falhou e que o povo não perdoará mais uma oportunidade perdida para reduzir a austeridade. O desempenho do governo, regional foi uma sucessão  de falhanços, disse Carlos Pereira e deu exemplos como a mobilidade aérea, o ferry e outras promessas que ficaram por cumprir.

Carlos Pereira considerou que "nunca como hoje Jardim esteve tão presente na governação", numa alusão ao "retorno tenebroso do passado" marcado pelo cimento e pelo alcatrão, acrescentando: "Estamos numa nova farsa de terceira categoria e é feito tudo às claras, está tudo de volta e com mais força".

"Este Orçamento é uma marcha atrás nas mudanças necessárias, é um travão seco e inaceitável na construção de um novo ciclo, com novas exigências, mais responsabilidade, políticas mais exigentes que coloquem o cidadão no centro da governação".

O presidente do PS lembrou que passaram 964 dias desde que o PSD voltou a ganhar as eleições, mas a prometida renovação nunca chegou.

A insensibilidade social é uma crítica de Carlos Pereira que lamenta que o governo continue a não apresentar medidas de proteção às vítimas da crise que o PSD instalou, nomeadamente o desagravamento fiscal."Não há nada que possa branquear a imagem de um governo combalido", garante. 

Refira-se que o PS votou, naturalmente, contra a proposta de orçamento regional.

 

 

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