A Madeira que queremos - Diálogos com Paulo Cafôfo
«O futuro da Madeira começou hoje. Vamos todos arregaçar as mangas!»
A Madeira que queremos - Diálogos com Paulo Cafôfo
«A nossa marca é a proximidade e o envolvimento dos cidadãos, da sociedade civil, na construção de um futuro comum»
A Madeira que queremos - Diálogos com Paulo Cafôfo
«Nós não queremos mudar o poder pelo poder. Temos uma estratégia de desenvolvimento para a Região assente numa agenda social, humanista, progressista, mas que quer, acima de tudo, mudar aquilo que tem sido um paradigma de um governo Regional que tem governado para o partido, tem governado para alguns interesses, não tem governado para o coletivo»
A Madeira que queremos - Diálogos com Paulo Cafôfo
«Temos uma Região que não tem petróleo nem diamantes, mas temos as pessoas, pessoas que querem concretizar sonhos, construir o futuro, que são trabalhadoras, empreendedoras e resilientes. É nestas pessoas, na sua educação, que nós devemos apostar, na qualificação da nossa população, porque esse é e será o principal fator de desenvolvimento»
1

ORAM PARA 2018 É DOCUMENTO DE FARSA E UM ORÇAMENTO DE UMBIGOS

Na intervenção final antes da votação global, o deputado do PS, Carlos Pereira, afirmou que o governo falhou e que o povo não perdoará mais uma oportunidade perdida para reduzir a austeridade. O desempenho do governo, regional foi uma sucessão  de falhanços, disse Carlos Pereira e deu exemplos como a mobilidade aérea, o ferry e outras promessas que ficaram por cumprir.

Carlos Pereira considerou que "nunca como hoje Jardim esteve tão presente na governação", numa alusão ao "retorno tenebroso do passado" marcado pelo cimento e pelo alcatrão, acrescentando: "Estamos numa nova farsa de terceira categoria e é feito tudo às claras, está tudo de volta e com mais força".

"Este Orçamento é uma marcha atrás nas mudanças necessárias, é um travão seco e inaceitável na construção de um novo ciclo, com novas exigências, mais responsabilidade, políticas mais exigentes que coloquem o cidadão no centro da governação".

O presidente do PS lembrou que passaram 964 dias desde que o PSD voltou a ganhar as eleições, mas a prometida renovação nunca chegou.

A insensibilidade social é uma crítica de Carlos Pereira que lamenta que o governo continue a não apresentar medidas de proteção às vítimas da crise que o PSD instalou, nomeadamente o desagravamento fiscal."Não há nada que possa branquear a imagem de um governo combalido", garante. 

Refira-se que o PS votou, naturalmente, contra a proposta de orçamento regional.

 

 

redes sociais

acção socialista | digital

 

militante

 

Vídeos

 

newsletter

Inscreva-se na nossa newsletter para saber as últimas novidades!