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PS DEFENDE UMA NOVA GERAÇÃO DE POLÍTICAS SOCIAIS

O PS realizou a segunda de três conferências de imprensa sobre as propostas para o orçamento Regional, para apresentar propostas relacionadas com a área social e dos rendimentos, uma vez que “há uma falta de sensibilidade social do Orçamento da Região Autónoma da Madeira” para estas matérias.

Carlos Pereira sublinhou que, nos últimos anos, o PSD dizia que o Plano de Ajustamento Económico e Financeiro (PAEF) resultado da irresponsabilidade das suas próprias políticas, impedia que houvesse políticas sociais adequadas para corrigir a situação de fragilidade vivenciada pelos madeirenses e porto-santenses do ponto de vista social. Na verdade, passaram dois anos desde que terminou o PAEF e o PSD, como esta renovação da renovação, apresenta no ORAM para 2018 “um apagão da política social”, criticam.

Por isso, os socialistas vão procurar apresentar propostas na Assembleia Legislativa da Madeira, que permitam corrigir esse dito “apagão” da área social, permitindo que possa haver uma nova geração de políticas sociais na RAM. Carlos Pereira recordou, deste modo, que a Madeira é das regiões do país onde o risco de pobreza é mais elevado, o que devia levar os partidos políticos, assim como o Governo Regional, a encontrarem uma nova geração de políticas sociais. O PS apresentará diversas propostas, disse o presidente desta força política na Região, em conferência de imprensa realizada esta manhã, na sede do partido, onde começou por referir a necessidade de o Governo Regional garantir que em 2018 “há zero falhas de medicamentos de suporte de vida no hospital e um aumento de 30% do stock médico de medicamentos”.

Carlos Pereira propôs por outro lado um complemento social para os idosos, e também a implementação da gratuitidade dos manuais escolares até ao 9º ano de escolaridade, em articulação com o poder local, no sentido de garantir que não há diferenciação destas políticas nos municípios da Madeira. Para além disso, defendeu a criação de um complemento social de abono de família, como também a gratuitidade das creches de modo a favorecer as famílias mais desfavorecidas.

O dirigente socialista vai ainda apresentar uma proposta que visa ajudar os pescadores, propondo um fundo de compensação salarial para os mesmos. Vai ainda propor o acréscimo do salário mínimo em 10% e ainda a implantação do subsídio de insularidade nos moldes anteriores ao PAEF, que iam ao encontro das necessidades dos madeirenses e porto-santenses. Será apresentado pelo PS-M um complemento de apoio à compra de medicamentos para os idosos e um programa de redução de listas de espera para cirurgia.

 

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