A Madeira que queremos - Diálogos com Paulo Cafôfo
«O futuro da Madeira começou hoje. Vamos todos arregaçar as mangas!»
A Madeira que queremos - Diálogos com Paulo Cafôfo
«A nossa marca é a proximidade e o envolvimento dos cidadãos, da sociedade civil, na construção de um futuro comum»
A Madeira que queremos - Diálogos com Paulo Cafôfo
«Nós não queremos mudar o poder pelo poder. Temos uma estratégia de desenvolvimento para a Região assente numa agenda social, humanista, progressista, mas que quer, acima de tudo, mudar aquilo que tem sido um paradigma de um governo Regional que tem governado para o partido, tem governado para alguns interesses, não tem governado para o coletivo»
A Madeira que queremos - Diálogos com Paulo Cafôfo
«Temos uma Região que não tem petróleo nem diamantes, mas temos as pessoas, pessoas que querem concretizar sonhos, construir o futuro, que são trabalhadoras, empreendedoras e resilientes. É nestas pessoas, na sua educação, que nós devemos apostar, na qualificação da nossa população, porque esse é e será o principal fator de desenvolvimento»
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PS VAI DERROTAR O ÚLTIMO DELFIM DO JARDINISMO EM 2019

No jantar de Natal que decorreu, no Hotel da Encumeada, o líder do PS regional aproveitou para fazer um balanço anual da acção partidária no nosso arquipélago. “Vivemos um tempo ímpar na vida política da Madeira, que tem a ver sobretudo com a afirmação crescente e imparável do PS”, disse Carlos Pereira, acrescentando que “nem todos gostam de sublinhar” esse crescimento, como por exemplo, Miguel Albuquerque.

Foram precisos “40 Anos para afirmar o PS na Madeira” e talvez por isso Carlos Pereira tenha começado o seu discurso, no jantar de Natal dos socialistas, por agradecer a todos pelos “esforços que foram feitos” nas últimas eleições autárquicas.

“O presidente do Governo para evitar falar no crescimento do PS resolveu dizer que havia um movimento crescente das esquerdas que estava a tentar derrubar o PSD. O que se está a passar na Madeira não é um crescimento de esquerdas, é o crescimento de uma esquerda em particular”, precisou Carlos Pereira, num discurso muito voltado para o líder do executivo madeirense.

De acordo com o ainda presidente do Partido Socialista na Madeira, “toda a gente está de olhos postos no PS”, e desde 2015, depois de terem sido “atirados para quarta força política” na Região, os socialistas não mais pararam de crescer. “Não deve de haver na Europa nenhum crescimento desta natureza e devemos orgulhar-nos disso”, afiançou Carlos Pereira.

E como a época natalícia transborda de afectos, o socialista pediu a união aos militantes do partido e tomou como exemplo os sociais-democratas. “A unidade é essencial para os partidos ganharem eleições e se algum de vós tem dúvidas olhem para o PSD. Estão a cair aos bocados, uns contra os outros, facas nas costas uns dos outros e perderam as eleições autárquicas”, observou.

De acordo com o socialista, nestes últimos quatro anos o partido mostrou nas suas autarquias que “governa melhor que o PSD” e fez “mais pelos munícipes”, tornando-se assim “uma marca” que o partido “não quer deixar cair”.

Ao terminar, o candidato à liderança do partido  lançou um novo olhar sobre o paradigma político regional, considerando que estamos a regressar “ao que era antes”.

“Está tudo a voltar aos malabarismos, aos esquemas e às habilidades do ‘Jardinismo’. Miguel Albuquerque falhou na sua renovação e o que nós vimos hoje foi que para se safar politicamente associou-se ao ‘exército de jardinistas’ que estavam escorraçados do PSD”, acusou Carlos Pereira, caracterizando o actual presidente do Governo Regional como “o último delfim de Jardim”.

“Salvar a Madeira e os madeirenses” nas próximas eleições de 2019 é o propósito do Partido Socialista a curto prazo.

 

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