A Madeira que queremos - Diálogos com Paulo Cafôfo
«O futuro da Madeira começou hoje. Vamos todos arregaçar as mangas!»
A Madeira que queremos - Diálogos com Paulo Cafôfo
«A nossa marca é a proximidade e o envolvimento dos cidadãos, da sociedade civil, na construção de um futuro comum»
A Madeira que queremos - Diálogos com Paulo Cafôfo
«Nós não queremos mudar o poder pelo poder. Temos uma estratégia de desenvolvimento para a Região assente numa agenda social, humanista, progressista, mas que quer, acima de tudo, mudar aquilo que tem sido um paradigma de um governo Regional que tem governado para o partido, tem governado para alguns interesses, não tem governado para o coletivo»
A Madeira que queremos - Diálogos com Paulo Cafôfo
«Temos uma Região que não tem petróleo nem diamantes, mas temos as pessoas, pessoas que querem concretizar sonhos, construir o futuro, que são trabalhadoras, empreendedoras e resilientes. É nestas pessoas, na sua educação, que nós devemos apostar, na qualificação da nossa população, porque esse é e será o principal fator de desenvolvimento»
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ORÇAMENTO PARA O SECTOR DA SAÚDE É UMA DESILUSÃO

Os madeirenses esperavam que o sector da saúde fosse colocado no centro das atenções, no Orçamento Regional para 2018, disse o presidente do PS-M, numa conferência de imprensa, junto ao hospital Dr. Nélio Mendonça, onde frisou que não aceita que o Governo Regional reduza a verba para a Saúde em cerca de 53 milhões de euros, sendo por isso necessário definir as prioridades certas para os madeirenses e porto-santenses.

Carlos Pereira afirmou que o sector da saúde tem vindo a sofrer com diversos problemas, no que concerne às listas de espera para as consultas e para cirurgia, sendo que neste caso existem, em lista de espera, cerca de “15 mil pessoas”. Carlos Pereira denunciou que “ainda, agora, encontramos um madeirense que se queixava que, hoje, foi marcar uma consulta de oftalmologia e disseram que só daqui a três anos é que podia ter essa mesma consulta”.

Por seu turno, abordou a questão das infraestruturas do novo hospital que, no seu entender, não têm solução, como também assinalou a situação do hospital dos Marmeleiros que é, “como todos sabem, uma casa dos horrores” e que não solução à vista por parte do Governo de Albuquerque.

No que concerne, à questão dos medicamentos referiu que, dia após dia, vêm notícias nos jornais sobre a falta de medicamentos em várias especialidades, sendo que alguns deles são de suporte de vida. “Ora, tratam-se de problemas que os madeirenses têm de enfrentar por culpa de um Governo que não sabe gerir e não sabe organizar o Sistema Regional de Saúde de modo a dar uma resposta, eficaz, às necessidades de os madeirenses e porto-santenses. Quando, olhamos para o orçamento regional, verificamos que o Governo Regional resolveu diminuir a verba para a Saúde em 53 milhões de euros. Não é compreensível que o Governo diga uma coisa, mas faça o contrário. Não se pode dizer que se vai apostar, verdadeiramente, na saúde, que se vai resolver os problemas da saúde, quando na primeira iniciativa que se tem para demonstrar que esse é o caminho, retiram dinheiro do orçamento da Saúde”, disse, acrescentando que este Governo “não tem nenhuma intenção de colocar o Sistema Regional de Saúde no centro das preocupações”.

Carlos Pereira afirmou, por sua vez, que “as prioridades que o Governo Regional apresentou no OR2018, no que diz respeito à Saúde, deixa-nos muito preocupados e revelam que este orçamento e esta renovação da renovação é, mais uma vez, uma desilusão”.

 

 

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