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PS-M PROPÕE COMISSÃO PARLAMENTAR DE ACOMPANHAMENTO ÀS ALTERAÇÕES AO MODELO DE MOBILIDADE

O PS-M vai propor a criação de uma Comissão Parlamentar de Acompanhamento às alterações ao modelo de mobilidade, a serem produzidas pelo Governo Regional, na sequência da decisão do Estado em regionalizar as responsabilidades e competências da aplicação do subsídio.

“Tendo em conta a importante tarefa de rever o modelo de subsídio de mobilidade em vigor; tendo presente que o governo regional criou o modelo, elogiou-o vezes sem conta, mas que, felizmente, já evoluiu para a necessidade de alterar o padrão e a filosofia do modelo”, julga ser muito relevante a criação de uma estrututura de acompanhamento que possa garantir que, de uma vez por todas, “são definidos todos os aspectos relevantes para a boa mobilidade aérea dos madeirenses e que estão garantidas as condições para que possamos ficar melhor do que estamos hoje”. Na prática, Carlos Pereira deseja que as novas condições de mobilidade satisfaçam todos os requisitos e necessidades da população da Madeira, pois “o principal objectivo deve ser sempre privilegiar e proteger o cidadão madeirense”.

Quando apenas se sabe que nos próximos dois meses os governos regionais e da República procurarão alterar os termos do modelo actual, “muito pouco para assegurar , sem hesitações, a segurança da mobilidade dos madeirenses”, o PS-M exorta a que haja um acompanhamento e até um contributo para esta matéria, sendo, por isso, necessário ouvir entidades e utentes, além de conhecer a filosofia e os termos das propostas que o governo regional quer colocar em cima da mesa.

Para o PS-M esta comissão, deve ouvir, além do governo regional, associações empresariais, associações de estudantes, entidades competentes no sector da aviação, associações de defesa do consumidor, companhias aéreas, agentes do sector do turismo, entre outras.

Para Carlos Pereira, a comissão é a única forma de salvaguardar o interesse colectivo. “Não é prudente deixar (apenas) nas mãos do governo regional um tema tão importante para os madeirenses. Já bastaram dois anos de contradições, avanços e recuos, tudo sobre um modelo inventado pelo governo regional que uns dias dizia que era o melhor do mundo, noutros não prestava para nada. Com esta (pouca) credibilidade é indispensável envolver mais entidades e mais pensamento na definição das linhas futuras do novo modelo de mobilidade aérea”, refere.

Com o enquadramento que o PS-M propôs ao governo da República, Carlos Pereira julga estar perante “mais uma grande conquista para a Madeira : a regionalização do modelo de mobilidade aérea”. Um objectivo que por si só “não significa nada e muito menos pode querer dizer que já está garantida a solução de todos os problemas que os madeirenses têm enfrentado”. Aliás, esclarece que com esta importante decisão “a bola ficou quase toda do lado do governo regional que tem de demonstrar que tem capacidade e competência para propor um caminho alternativo que responda a todos os nossos anseios”. Daí o desabafo: “O PS-M não tem duvidas que não é aceitável que este importante caminho seja traçado, mais uma vez, sem a participação e contributo das várias entidades que representam a sociedade madeirense. E a única forma de garantir que não se voltam a cometer erros e que estamos todos empenhados no mesmo”.

 

 

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