Convenção Autárquica
«O PSD lembrou-se que tem de ganhar eleições e é agora, só neste momento, que estão a trabalhar para isso, enquanto nós estamos a trabalhar desde o primeiro momento pelas pessoas e não nos esquecemos disso»
Convenção Autárquica
«O PS não defende há muito tempo estas medidas que Miguel Albuquerque está a apresentar agora. O PS já executa estas medidas onde é poder. Essa é que é a grande diferença»
A Madeira que queremos - Diálogos com Paulo Cafôfo
«O futuro da Madeira começou hoje. Vamos todos arregaçar as mangas!»
A Madeira que queremos - Diálogos com Paulo Cafôfo
«A nossa marca é a proximidade e o envolvimento dos cidadãos, da sociedade civil, na construção de um futuro comum»
A Madeira que queremos - Diálogos com Paulo Cafôfo
«Nós não queremos mudar o poder pelo poder. Temos uma estratégia de desenvolvimento para a Região assente numa agenda social, humanista, progressista, mas que quer, acima de tudo, mudar aquilo que tem sido um paradigma de um governo Regional que tem governado para o partido, tem governado para alguns interesses, não tem governado para o coletivo»
A Madeira que queremos - Diálogos com Paulo Cafôfo
«Temos uma Região que não tem petróleo nem diamantes, mas temos as pessoas, pessoas que querem concretizar sonhos, construir o futuro, que são trabalhadoras, empreendedoras e resilientes. É nestas pessoas, na sua educação, que nós devemos apostar, na qualificação da nossa população, porque esse é e será o principal fator de desenvolvimento»
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CARLOS PEREIRA HÁ MUITO QUE ALERTAVA PARA EFEITO CATASTRÓFICO DA DÍVIDA

O presidente do PS-Madeira, Carlos Pereira, abordou, esta manhã, o Orçamento Regional para 2018, deixando várias críticas ao Executivo de Miguel Albuquerque. O dirigente socialista lamentou que mais de 95 por cento das propostas apresentadas pelo partido não tenham sido atendidas, descrevendo a insensibilidade do orçamento.

Particularmente preocupantes para o PS-Madeira são, segundo Carlos Pereira, as reduções nos setores da educação e da saúde. 

"Apesar do prometido, o governo regional não fez nenhuma viragem na austeridade", acusou Carlos Pereira, que explicou que a redução no IRS se deve apenas às medidas nacionais, além de considerar a redução do IRC como insuficiente. 

"A redução que o governo propõe é, em média, de 15 euros por empresa, o que nos permite perguntar se é suficiente para contratar mais pessoas ou investir", apontou. 

Também alvo de críticas foi o valor alocado para o serviço da dívida, mais de 600 milhões de euros, que na óptica do líder socialista "dava para construir dois hospitais". 

Pagamento da dívida, que segundo o PS-M, "correspondente a 33 por cento do orçamento", um valor sobre o qual "os madeirenses e porto-santenses devem refletir". "Durante anos e anos alertámos para o endividamento e para os efeitos catastróficos, pelo que temos legitimidade para falar", considerou Carlos Pereira.

 

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