A Madeira que queremos - Diálogos com Paulo Cafôfo
«O futuro da Madeira começou hoje. Vamos todos arregaçar as mangas!»
A Madeira que queremos - Diálogos com Paulo Cafôfo
«A nossa marca é a proximidade e o envolvimento dos cidadãos, da sociedade civil, na construção de um futuro comum»
A Madeira que queremos - Diálogos com Paulo Cafôfo
«Nós não queremos mudar o poder pelo poder. Temos uma estratégia de desenvolvimento para a Região assente numa agenda social, humanista, progressista, mas que quer, acima de tudo, mudar aquilo que tem sido um paradigma de um governo Regional que tem governado para o partido, tem governado para alguns interesses, não tem governado para o coletivo»
A Madeira que queremos - Diálogos com Paulo Cafôfo
«Temos uma Região que não tem petróleo nem diamantes, mas temos as pessoas, pessoas que querem concretizar sonhos, construir o futuro, que são trabalhadoras, empreendedoras e resilientes. É nestas pessoas, na sua educação, que nós devemos apostar, na qualificação da nossa população, porque esse é e será o principal fator de desenvolvimento»
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DECLARAÇÕES DE ADMINISTRADOR DA TAP SÃO INACEITÁVEIS

As declarações proferidas pelo administrador não executivo da TAP, Diogo Lacerda Machado, que resume a “entretenimento” as justíssimas reivindicações e queixas dos madeirenses e porto-santenses, nomeadamente a exorbitância dos preços no Natal e Fim-de-Ano, mas também no início do Verão são, a todos os títulos, inaceitáveis.

Acusar os madeirenses e porto-santenses de se entreterem com esta grave situação é muito mais do que um “lapsus linguae”, é uma tremenda desconsideração e falta de respeito que deve ser corrigida o quanto antes.

Para Carlos Pereira "o que é entretenimento proporciona boa disposição e satisfação pessoal, assim, associar este sentimento ao desespero de milhares de madeirenses e porto-santenses é muito mais que simples mau gosto, é desrespeito para com toda a população da Região Autónoma da Madeira.

Primeiro que tudo ninguém, em Portugal, compreende que os contribuintes injectem dinheiro numa empresa para esta se comportar, em todos os momentos e em todas as circunstâncias, como um player totalmente privado e dependente exclusivamente das regras de mercado. Não foi para isso que os portugueses e os madeirenses e porto-santenses estiveram do lado da reversão da privatização.

A administração não executiva da TAP tem um representante madeirense que com certeza saberá explicar a situação em causa, mas enquanto tal não acontece sugerimos que Diogo Lacerda Machado meta a mão na consciência e se desculpe desta falha grave porque estamos certos que não corresponde ao entendimento que o governo do PS, na República, tem da Ultraperiferia e da Autonomia, bem como das necessidades que os madeirenses e porto-santenses têm em que o Estado assegure a continuidade territorial, ajudando a minimizar os constrangimentos decorrentes da nossa condição insular e ultraperiférica", diz em comunicado o líder regional do partido. 

 

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